A PESSOA EM MINHA CAMA

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Se me perguntassem por que algumas coisas deram errado não minha vida eu com certeza colocaria a culpa no meu pai, sim o homem que não conheci que pouco depois que eu nasci viajou para outro estado com outra mulher. Eu sempre pensei que o fato de eu ser um completo fracassado, no trabalho nos jogos nas amizades e no amor fosse a ausência de meu pai, ate acordar hoje e descobrir que a culpa sempre foi e sera...
senti o peso de muitos copos de cerveja na cabeça, o mundo estava de cabeça para baixo parecia ate que eu tinha levado uma pancada muito forte na cabeça. Me sentia como se estivesse fora do corpo, a bebida e assim. Quando me deitei na cama ontem a noite parecia que ela se distanciava e que eu nunca consegui deitar fiquei sempre caindo e caindo.
Me virei sem abrir os olhos sentindo um formigamento na pele, e quando abri fiquei com medo que a luz que eu via atrás das pálpebras me segasse momentaneamente, abri os olhos sentindo o peso de varias doses de vinho...(nem uma luz me cegou) uma imagem veio a minha cabeça assim que vi o teto sobre mim.
Era uma festa, com certeza a festa que viu na noite passado, nossa formatura e o caminho para um possível faculdade. Via as pessoas dançando e tudo isso foi num fleche de poucos segundos, então uma mão vinha, se aproximava de um copo cheio de cerveja. Flutuava sobre o copo com o punho serrado, e depois abria liberando duas pílulas brancas que aos poucos foram dissolvendo na cerveja.
-O que e isso? Me sentei na cama sentindo o mundo girar, sera que teria eu acordado bêbado ainda? Era bem provável. Senti que estava completamente sozinho no quarto, porem vi que em minha calma tinha mas alguém. Olhei lentamente sentindo uma dor terrível na cabeça, dor que as vezes me fazia sentir como se uma agulha gigante estivesse sendo introduzido no meu cérebro. Havia uma pessoa em minha cama
Um corpo humano, me alegrei lembrando da noite passada, eu sempre fora um homem com sérios problemas para conquistar as mulheres, nunca escolhia os presentes certos( embora minha mãe sempre me ajudasse) nunca dizia as palavras certas, e atribuía isso tudo a falta de um pai, ele deveria estar aqui para me ensinar certas coisas. Minha vida amorosa fora uma desastre ate ontem quando eu decidir que de um jeito ou de outra eu iria conseguir uma mulher. E aqui estamos com uma gata em minha cama, eu só não lembrava qual?
Levantei da cama e aquele sentimento de queda continuava, andei alguns passos querendo desistir da difícil tarefa de ir ao banheiro, abri a porta do quarto lembrando de trés garotas que com conversara na noite passada, Evilin, Luane e Simone a mas gata era Luane mas foi Simone que me deu mas atenção.
-Boa noite. Eu disse e o som estava muito alto. Ela apenas sorriu como eu meu boa noite fora apenas mas uma entre tantos, e realmente era. Ela era morena e estava dentro de um vestido vermelho provocador estava um pouco fora de forma, mas ainda era muito atraente. -Você esta sozinha? Perguntei, engraçado que em minha lembranças tudo acontecia em fleches como se o acontecimento tivesse sido a vários dias.
-Sim, eu não estou sozinha. Na pista da quadra de esportes da escola que era onde a festa acontecia muitos jovens dançavam e eu tentava tirar alguém para dançar.
-Eu não lembro de vocês. Eu disse sentindo aquele no na garganta. -De qual turma você e?
-Do terceiro C e você? E fim uma conversa mas ainda era cedo para saber com Luana, quando perguntei se estava sozinha ela disse que sim e iria continuar assim, dois minutos depois que eu me afastei ela estava aos amassos com um dos jogadores d e futebol com Evelin eu conseguira ate chamar ela para dançar mas recebia um cordial não só para ver ela dançar com outra, isso foi dançar com uma garota.
-Eu estou no D mas realmente e estranho eu não me lembrar de você com certeza lembraria de um rosto bonito assim. E ela sorria era uma boa deixa para eu continuar com o caminho da cordialidade.
Entrei no banheiro com uma vontade enorme de urinar mas não consegui fazer nada e o pior foi que a vontade passou deve ter sido psicológico, eu sorrir só perceber que tinha levado uma mulher para casa. A quando meu pai soubesse. Não sei porque pensei nisso mas pensei. Sai do banheiro se ver minha imagem no espelho, meus olhos ainda estava dentro de uma cofunção alcoólica, sentei no sofá para pensar um pouco.
-Deus. Exclamei. -Sera que usei camisinha. Lembrava-se de estar agarrado a uma corpo nu com as calças na metade do joelho mas não lembra de mas nada nem do rosto de satisfação de Simone. Mentira para ela lembrava muito bem dela ma a cantada estava indo muito bem e por isso continuou. Fleches.
Depois e muitos minutos conversando.
-Então podemos dançar.
-Claro. Disse ela e foram para a pista. De repente uma imagem invadiu a minha mente um clarão um som violento parecido com um tiro, mas foi só por um momento. Dançamos e dançamos eu comecei a acariciar seus cabelos a beijar seu rosto e quando tentei beijar sua boca.
-Ei espere. Disse ela se afastando um pouco de mim. -Eu quis dançar com você por que você pareceu muito legal, mas não quero me envolver com ninguém hoje. Eu queria muito me envolver.
-Mas qual o problema? Eu perguntei tentando trazer ela para mim novamente, quando se tem dezoito anos vale tudo para conseguir uma garota.
-Eu só não quero hoje quem sabe agente pode ficar amigo e role depois.
-Eu não quero amizade Simone eu quero você. Ela puxou os braços se soltando de vez.
-Você quer sexo não e? E só isso eu deveria imaginar achei que seria diferente mas em fim todos os homens são idiotas. Saiu andando em passo pesados.
-Simone. Eu tentei ir atrás dela mas ela gritou um sonoro me deixa, deveria ter nela um coração muito magoado, pessoas olhavam para mim algumas sorrindo outras com pena, a pena era pior, fui andando para a messa desmotivado.
Abri os olhos saindo do fleche. Não era Simone em minha cama então quem era, qual outra garota eu teria dado em cima? Não me lembrava de quase nada, muita bebida causa um estrago no cérebro da gente. E minha cabeça estava em pedaços.
Fiquei em pé me apoiando no sofá decidido a descobrir com quem eu tinha transado, empurrei a porta e começou então o pior dos meus pesadelos.
Em minha cama nu, dormindo profundamente com a cabeça mergulhada na sombra da cortina que balançava suavemente estava um homem.

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A sombra da cortina bailava sobre seu peito nu, eu não tinha duvidas era um homem ali deitado, havia mesmo um pessoa em minha cama e era o homem, sua genitália estava visível para quem quisesse ver, levei a mão a boa pensando se aquilo não era um pesadelo. Eu tinha dormido com um homem.
-Não. Exclamei sentindo as lagrimas chegarem ao meu rosto voltei não querendo que o homem acordasse eu ainda não sabia quem ele era, e isso não era a pior parte eu imaginava quem tinha sido a mulher a noite anterior, fechei a porta e andei em passos confusos para a cozinha tentei em vão sentar na mesa mais cai de barriga no chão, ainda estava bêbado. O céus o que minha mãe iria dizer se aparecesse em casa agora. Eu poderia mentir dizendo que dormir no outro quarto, não daria certo ela sabe quando estou mentindo.
Com um esforço gigantesco sentei no piso frio fiquei olhando para o moveis da cozinha, havia uma garrava de café sobre a mesa com um copo bela metade do lado.
-O que mas fizemos? Eu não queria saber a resposta. Mas uma vez aquela imagem invadiu minha mente, o clarão... e desta fez eu viu uma ponta metálica de onde se originou. Levei a mão aos olhos tentando lembrar de alguma coisa e infelizmente eu consegui.
-Oi amigo posso sentar. Disse o homem franzino de olhos verdes e cabelos bem penteados.
-Claro por que não. Nada importava para mim. Ele falou meia duzia de coisas das quais eu não me lembro e nem poderia no estado deprimente que estava, dês do fora de Simone eu já bebera trés das bebidas mas fortes da festa, nem ao menos reconheci quem era quele camarada.
-você para triste amigo o que esta havendo? Não que ele precisasse saber mas contei assim mesmo.
-Levei um fora amigo. Imitei ele cinicamente. -Levei trés fora perdi o pique para a festa. Levei o copo de cerveja a boca.
-Pode ser sei lá. Que você tenha procurado no lugar errado. Arrepios senti ele percorrerem todo o meu corpo, meu cérebro fingiu não saber o que estava acontecendo.
-Conhece alguma vadia fácil por aqui? Ele sorriu displicentemente eu já me sentia muito mal foi quando o reconheci, seu nome era Renato era amigo de Vanderlei, este Vanderlei ou Vava era um homo-sexual do pior tipo. Eu acho e ate então não tinha preconceito nem um mas penso que homem e homem e mulher e mulher. Todos diziam que os dois eram parceiros embora Renato fosse bem comportado. Metade do mundo acreditava que ele era gay e outra que era apenas amigos do Vava. Em fim...
-Você nunca pensou em ter um experiencia Diferente? Ele era Gay ao dizer tais palavras e a forma com que disse eu soube.
-Não amigo. Eu não sabia bem por que mas me senti bem por um segundo. -Eu sou hétero mas acho que se procurar voc.. ele me interrompeu.
-Era vamos, não precisa se tímido. Agora falava mais baixo. -Já vimos que você não e muito bom com mulheres sera que não esta na hora de...
-Não hora do que? badi na mesa chamando a atenção de algumas pessoas mais próximas.
-Nada, eu não vou mas de irritar. Eu deveria ter ido emboba e deixado ele falando sozinho, mas por que fiquei ali conversando com ele, estaria eu gostando ta cantada.
-Você não tem uma amigas lésbicas não? Eu perguntei percebendo que meu copo esta ficando vazio. -Fiquei sabendo que elas gostam de serem observadas quando transam.
-Não e bem assim, são fetiches, assim como alguns casais héteros gostam de serem visto os casais homo-sexual também.
-Droga eu vou pegar mas cerveja. Levantei indo para o balcão olhei para o garço e fiz sinal para que ele visse ate mim, algumas pessoas ficaram entre mim e minha mesa as vezes dava para ver alguma coisas entre a confusão, eu vi. Renato tirou algo do bolso e soltou no meu copo dois comprimidos que dissolveram no liquido. Ele queria.
-Me drogar. Estava de volta a cozinha de meu apartamento. -Infeliz. Olhei para a porta do quarto sentindo muita raiva levantei me apoiando na parede, o que meu pai diria sobre isso. Do que adiantaria ele dizer alguma coisa agora. Parei na metade do caminho me apoiando no sofá. Se eu vi ele pondo algo no meu copo então porque bebi? Eu realmente bebi?
Outra imagem, eu estava em um banheiro publico. Levei um empurrão de alguém muito forte. Era negro e alto o empurrão fez doer minhas costas, doeu muito , doe mas do que as surras que minha mãe me dava para eu não ver coisas pornográficas. O negro vestido em uma camisa cor de rosa me agarrou pelo braço, eu estava sem camisa e com as calças arriadas ate o joelho. Ele me ergueu ate a altura de seus olhos e sorriu.
Me soltei do sofá e olhei para a porta do quarto. O que tinham feito comigo desgraçado eu vou entrar lá e descobrir, raiva tontura agora eu entendia aquela dor horrenda na minha cabeça com certeza efeito da droga que quela bixa colocou em meu copo. Me sentia sujo me sentia mal, sentia falta da minha mãe que sempre teria a palavra certa para estes momentos viu ate a porta empurrei.
La estava ele, deitado dormindo um sono que não merecia, eu iria acorda-lo e lhe dar uma surra que nunca esqueceria. Me lembrei de novo dos corpos entrelaçado era eu e ele, lembrei do seu rosto perto do meu e ele sorria. Depois fui empurrado pelo homem de rosa. Cheguei perto do homem.
De repente não mais que de repente... todo o ódio sumiu meu pé descalço tocou algo viscoso e gélido, olhei para o já respirando forte, estava suando eu pisava em uma possa de sangue. Fui seguindo a rastro com os olhos e vi. Que o sangue escorrida pelo lado da cama. A cabeça de Renato. (eu sabia que era ele por causa da cor da pele) estava aberta com um tiro, uma masa vermelha com pontos escuros era tudo que sobrara de sua cabeça. A arma estava mergulhada no sangue ao lado da cama.
-Deus o que eu fiz? Mas nem sabia se tinha sido eu mesmo, só sabia que isso acabaria com minha vida com certeza, o que o homo-sexual estava fazendo e sua cama e morto, a policia perguntaria sua mãe perguntaria e seu pai em alguma parte do mundo ficaria sabendo. Voltei saindo do quarto e graças a deus meu pé não sujou o suficiente para deixar um rastro. Queria correr mas para onde.
Como pode fui ate a porta da sala e tentei abri-la mas estava tranca e eu não sabia onde estava a chave.
-Socorro alguem. Mas eu não gritei estava me defendendo das acusações. Eu que eu tinha feito. Tinha dormido com um gay e depois o remorso teria matado ele.
-Por que? E foi tudo que eu gritei fui deixando o corpo cair ate eu me sentar de costa para a porta olhando para o sofá a porta do quarto estava aberta.
Lembrei na noite passado estava voltando para casa com lagrimas no rosto, a estrada estava muito perigosa devido a bebedeira desviava como podia dos outros carros para mim eu estava devagar mas agora percebia que estava correndo como quem correr da forca. Quando um carro emparelhou comigo, o motorista era o negro de rosa e no banco do passageiro estava Renato sem camisa.
-Vamos fazer um vestia na sua casa amor. Disse ele eu me lembrei era Vanderlei, e o que mas queria, e o pior parece que eu tinha deixado eles entrarem, sera que eu apareci com a arma de Vanderlei correu? Si foi assim a policia já sabia, mas eu poderia me defender dizendo que eles me molestaram um exame comprovaria isso. Mas como contar? O que contar? se eu não me lembrava de nada.
Que dia terrível este, pior para um adolescente indo para a faculdade bancado pela mãe que muito suou para isso, tinha acordado com um pessoa em minha cama , a pessoas por deus a pessoa era um homem. E o homem estava morto.

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Sentado com a cabeça entre as pernas, o deus o que poderia esta acontecendo comigo, tanto que minha mãe me protegeu tanto que ele me avisou sobre o perigos do mundo e eu cai nesta armadilha do destino, festas não são boas, ela dizia. Eu nunca ia e nem uma. Outro fleche. Lembrou de sair do quarto as presas durante a noite, andou pela cozinha e não parecia nem uma pouco bêbado foi aos quartos do fundo onde guardava coisas antigas, fotos, filmes velhos um armário cheio de coisas desnecessárias no alto do guardo roupa eu puxei uma caixa e tirei de dentro uma velha arma, tinha comprado ele por que pensara em entrar para um escola de segurança, minha mãe me impedira. Corri pela casa com a arma na mão e chutei a porta do quarto onde tinha dormido.
E verdade eu tinha matado um homem e o que deveria fazer.
A garço trouce mas uma jarra com cerveja e encheu meu copo e colocou um copo para Renato eu sabia que tinha alguma coisa no fundo do copo. Olha só aquele não e seu amigo Vanderlei. Escuridão neste momento, Renato olhou e viu o homem negro com a sombraselha pintada de preto.
-E ele esta se divertindo. Disse ele voltando para mim. Bebemos de gole em gole e ele continuou se insinuando para mim ate que em fim deu a cartada final.
-Olha eu tenho que ir ao banheiro. Ele disse com um sorriso maligno. -Você não quer me acompanhar? Que sacana tinha colocado algo em minha bebida e queria que fizesse efeito no lugar seguro para ele.
-Esta bem. Nos levantamos, mas que idéia ele tinha posto algo em meu copo e eu tinha bebido porque eu estava caindo na armadilha dele que tipo de pessoa derrotada e sem forças era eu? Depois estávamos nus no banheiro e depois eu estava sendo empurrado pelo grandalhão.
Tirei a cabeça do meio das pernas comecei a me movimentar pelo chão com um bebe que esta tentando andar me quatro eu fui andando passei pelo sofá e tudo parecia tão distante, olhei para dentro do quarto e viu o sangue no chão; fui ate a mesa do telefone e apanhei o aparelhei disquei os único número que me lembrei.
-Serviço 102 bom dia... mas eu não consegui dizer nada queria pedir um hospital mas o homem já estava morto e por sinal a horas. -102. a policia talvez mas eu não queria me entregar. -Senhor eu vou desligar... mas quando eu falei que tinha um problema já ouvia o sinal de linha. Coloquei o telefone de volta no gancho e tentei com uma pouco de esforço ficar em pé.
Tinha que da um jeito nisso, esconder o corpo, se minha mãe...
Quer saber acho que em vim a culpa não era do meu pai assente, a culpa era da minha mãe super protetora. Nunca deixou eu brincar eu sair ir a festas eu não tinha jeito com garotas por que ela dizia que todas era vadias eu me mantinha longe da maioria delas, perdi o tempo do aprendizado. Tudo que eu fazia era o que minha mãe mandava. A culpa de tudo o que eu vivia era da minha mãe. Mas esta não era a questão agora tinha que dar um jeito no morto.
E o mundo girava e o tempo estava abafado eu me sentia cada fez mas mal. Empurrei a porta e vi todo aquele sangue, andei devagar para perto do corpo vi a arma no chão pisei no sangue. Levantei o pé e olhei para a sola do pé. Estava limpo.
-Que e isso? Andei para o meio do sangue e meu pé não sujava parei de frente ao espelho e não vi meu reflexo. Lembrei.
-Aquele não e seu amigo. Eu disse e quando Renato olhou e troquei os copos. Bebemos e então ele me convidou para ir no banheiro eu viu e ao chegar lá ele ficou me olhando.
-Não vai fazer? Eu perguntei e ele ficou sorrindo e sorria mas ainda o sorriso dele foi sumindo e o meu foi se alargando você queria me sacanear não e?
-Estou me sentindo mal. Ele falou e levou a mão na parede e antes que ele caísse eu o segurei. Estava fora se si.
-Eu quero você eu quero. Ele disse e aquele formigamento subiu nas minhas pernas eu tinha gostado se ser cantando por um homem e agora estava a ponto de uma loucura. Levei ele ate o banheiro e arrancei sua camisa. Tirei a minha também e fiz ele... o deus eu obriguei ele a beijar meu orgão e algo mas.
-Você o que fez? Ele exclamou com os olhos meio abertos. -você me drogou seu maldito.
Virei ele para a parede e arranquei com violência sua calça e a minha e como disse nos hospitais e delegacias o molestei por que eu estava sendo tão violento. A porta do banheiro se abriu e ouviu uma voz de homem forçadamente aguda.
-Renato, menina pegou o bofe. Ele empurrou a porta e me viu fazendo sexo com seu amigo.
-O que e isso? Ele exclamou perdendo um pouco a feminilidade forçada.
-Seu amigo queria me comer eu comi ele.
-Seu, seu idiota. Disse ele voltando ao sei jeito de ser me puxou para fora do banheiro e eu cai de joelhos.
-Renato, Renato. Ele chamava mas o amigo não acordava se virou para mim e andou em passos largos.
-O que foi... ele me agarrou pelo braço. -Ele queria me sacanear e você sabia .
-Não era só para você se soltar você. Ele me empurrou contra a parede e minhas costas doeram muito.
-Da no mesmo. Eu disse e ele me levantou e sorriu para mim.
-Acha que e melhor do que nos camarada. Estava terrivelmente macho. Me arrastou e me chegou contra a porta que se abriu com o choque.
Pessoas dançado e eu exposto do ponto de vista de quem estava na festa se via eu no chão Vanderlei rebolando na porta e seu amigo de quadro no fundo do banheiro.
-Olhem amigos nosso novo companheiro. Ele gritou e todos olharam para mim toda a classe as pessoas do jornal da escola as garotas que cantei era meu fim social. Levantei tentando vestir as calças.
De volta no quarto olhando para o corpo a minha frente, eu era um fraco tinha bebido demais e caído em uma armadilha, Vanderlei colocou o amigo desmaiado no carro e me seguiu. Eu entrei no prédio e ele ainda gritou por horas la em baixo. Me chamando de amiga, pedindo para eu abrir a porta para agente se divertir juntos. Estava drogado também.
Eu entrei aqui neste quarto e sentei na cama. Eu nunca tive o que eu queria nunca tive força de seguir meus sonhos, nunca tive nem uma mulher por mas de duas semanas. Na cama estive poucas vezes com mulher. E por isso eu chorei ontem a noite. E como seria depois, como me olharia na rua os jovens de toda a pequena cidade estavam na festa. Minha vida acabara. Eu fui ao outro quarto abri a porta e apanhei minha arma voltei para o quarto e sentei na cama chorando, pelo meu pai pela minha mãe pela minha vida. Apontei a arma para mim.
Este foi um dos piores, engraçado, este foi o pior dia da minha vida eu ontem fui em uma festa onde tudo deu errado, descobri um lado meu que não sabia que tinha nem quando tinha nascido. Descobri que minha mãe tinha acabado com minha vida, e eu deixara. Hoje eu acordei com uma pessoa em minha cama, esta pessoa era um homem.. este idiota estava morto. O homem morto era eu.

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