Death em- O maior dos pesadelos

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-Esta pronto? Perguntou o homem negro vestido em um casaco preto, bostas e calça social. O homem tinha dois guarda costa de cada lado vestidos iguais a ele com exceção do casaco que eles não tinham.
-Estou. disse o outro a sua frente um subordinado assim como os guarda-costas porem com mais apreço que ele por ser da Família do chefe. Atrás dele aviam trés homens e uma mulher o nome dela estava a mostra no bolço da camisa social era Rosângela. Juntos eles iriam entrar no banheiro.
Era uma casa não muito antiga, não possuía móvel algum, os inúmeros quartos, as duas salas de estar e da de Jantar estavam vazias. Ali onde eles estavam nos fundos da casa no quarto da empregada não era diferente, nem um cortina na janela nem uma cadeira ou calma, a única diferença e que ali estava uma mesa com equipamentos eletrônicos, computadores. Tvs que vigiavam a casa um medidor de batimentos cardíacos onde pulsava o batimentos da equipe.
-Então vamos ao trabalho, temos que coletar algumas amostra para tentar entender este lugar . Disse o homem negro ao subordinado depois virou-se para os homens que manipulavam as maquinas, cientistas treinados e bem pagos. -Ainda pode desistir Nicolas, Disse ele se voltando par ao homem.
-Não Arthur eu vou ate o fim. Disse ele tocando o ombro do líder. -Eu vou conseguir umas amostras de tecidos e tirar algumas votos com estas maquinas novas. Disse ele mostrando os aparelhos que levava em uma mochila. Arthur lhe olhava com um jeito amoroso.
-Você não sente medo de nada não e?
-Não nem eu nem meus homens. Mamãe teria orgulho de nos Arthur. Nicolas se virou e entrou no banheiro seguido dos homens e por fim Rosângela. A mulher loira prendia os cabelos olhando para Arthur que lhe sorriu. Em sua mão esquerda uma aliança de ouro.
Era um banheiro pequeno, um chuveiro elétrico tomado por teias de aranhas, um vidro fechado e enferrujado. Alguns azulejos soltos pelo chão. No espelho marcas de mãos, sangue.
A voz de Arthur agora vinha de um ponto no ouvido da equipe.
-Quando tempo precisa? Nicolas pareceu pensar no assunto olhando par ao banheiro de um lado para o outro. -Dois minutos.. um dos homens no banheiro arregalou os olhos parecia ter ficado com medo.
-Dois minutos não e muito tempo senhor?
-Isso e o que vamos ver se estiver com medo pode voltar. Disse Nicolas.
-Não senhor.
Do lado de fora Arthur andou ate a porta segurando nas mãos a chave do banheiro olhou para dentro e encontrou os olhos de Rosângela, tocou a maçaneta e fechou a porta.
-Boa sorte Senhores. Disse ele serrando a porta olhou para um dos cientistas este segurava nas mãos um cronometro o homem acenou com a cabeça. Arthur falou pelo fone na gola da camisa.
-Atenção em trés, dois, um... Nicolas e os outras sacaram suas armas dentro do banheiro, Arthur girou a chave uma vez e ficou segurando ela o cronometro foi ligado. 2:00, 1:59, 1:58, 1:57...
Todos ficaram apreensivos olhando para os aparelhos e pra a porta do banheiro Arthur não largou a chave nem por um segundo e algumas vezes. 0:47, 0:45 quase destrancou a porta uma fina lista de suor escorreu por sua testa
-Senhor. Chamou um dos cientista percebendo uma alteração nos batimentos mas Arthur não lhe deu atenção. 0: 39.
Arthur não acreditava no que estava fazendo mandar seu próprio irmão para aquele lugar dos demônios.
-Esperem. disse ele e sua voz parecia vir de outro mundo, o tempo ficou muito quente os segundos iam escorrendo como as gostas do soro indo para a veia de um doente, os segundos se iam como a vida de um doente que não recebeu o soro. 0: 09.
-Falta cinco. Falou o homem do relógio. -Quatro, trés.
Arthur não esperou pelo fim da contagem e ninguém o repreenderia por isso destrancou a porta e ouviu.
-Nãoooo. Era o feminino desesperado, era Rosângela do outro lado da porta. -Socorro. Gritou ela socos foram dados pelo lado de dentro. -Abra, me deixe sair. Gritava e os desespero dela cortou o coração dos homens, como faca na garganta de um carneiro.
Arthur tentou abrir a porta mas um soco de Rosângela a fechou outra vez, no aparelho todos os sinas de vida foram sumindo exceto o de Nicolas que batia moderadamente e Rosângela que batia como se fosse os últimos momentos de sua vida..
-Ei. Falou Arthur. -Acabou você esta fora. Tentou empurrar a porta mas ela estava batendo nela e gritando, não vendo outra opção o homem empurrou com força jogando Rosângela contra a pia do banheiro, entrou e segura antes que ela caísse. -Acabou. Disse ela abraçando a mulher. Ela foi escorregando pelo seus braços ate cair de joelhos no chão percebendo que estava no mundo que conhecia dês de criança.
Os seis a mostra devido a blusa rasgada no braço direito vários aranhões lhe faltava as armas e o sapado do pé direito um cheiro forte de coisa queimada emanou da mulher, perdera um pouco de cabelo e havia sangue em sua testa, sangue coagulado. A mão onde levava a aliança estava inchada , e com uma coloração doentia, meio roxa um pouco escura. A mulher olhou para o chefe e não se conteve começou a chorar como uma criança perdida dos pais.
-Onde? Perguntou Arthur -Onde estão todos.
Por um momento ela parou de chorar olhou para o homem a sua frente e olhou para os homens fora do banheiro, voltou-se para Arthur e balançou a cabeça num sinal negativo. -Aranhas, lobos... moscas. Disse ela voltando a chorar.
-Senhor. Chamou um dos cientistas. -Ainda temos um sinal de vida e Nicolas.
-Esta vivo? Exclamou Arthur não sabendo se aquilo era bom ou ruim. -O que vamos fazer? O medo percorreu seu corpo saia que nem uma equipe o acompanharia para dentro do banheiro para buscar seu irmão. No chão Rosângela chorava, por um momento Artur desejou que os sinais dos irmão parassem. -O que vamos fazer?


Estava frio, o homem magro e careca dirigia o olhar fixo na estrada a muito tinha saído da avenida principal para rodar por uma via esburacada, mas mesmo os solavancos da estrada não impediam seu patrão Deusdete que no banco de trás lia atentamente os documentos sobre a nova missão. Procurava não interromper o patrão quando lia sobre o que ia enfrentar ficava atento a todos o detalhes, sempre pedia relatórios detalhados e quando eram mesmo bem detalhados ele já chegava ao lugar com uma arma para o inimigo.

-Não entendo isso. Disse o homem de trina e cinco anos barba grande olhos firmes corpo atlético. -O que o tal Arthur conta e extraordinário. Lúcio se viu no direito de falar.

-O que são patrão, lobisomens, monstros, fantasma? Olhou pelo retrovisor para ver ao padrão.

-Parece sem mais um fantasmas ou vários disse aqui que seu irmão ficou preso e um mundo paralelo em um banheiro.

-Banheiro senhor?

-E Lúcio um maldito banheiro, por os fantasmas gostam tanto de banheiro pelo menos os que eu enfrento. Disse lembrando do primeiro ser anormal que derrotara.

-E se for uma farsa senhor? Deusdete se arrumou no banco fechando a pasta com os papeis.

-E por isso que sempre pego metade do pagamento antes de ir ao lugar. Falou ele soltando um sorriso triunfante.

Mas dez minutos andando e o carro chegou a uma rua com poucas casas, todas abandonadas seja o que for assustou todo mundo a vizinhança. Lúcio dirigia mas devagar para encontrar o endereço mas achava mesmo que se parece o carro e gritasse “Alguem” acharia mas rápido.

-Aqui senhor. Disse o mordomo desligando o carro, os dois olharam para o enorme casaram com certeza a maior casa da rua mas como as outras parecia largada ao relento. Deusdete saiu do carro e ao mesmo tempo um homem alto vestido de preto saiu na porta.

-As boa vindas. Disse ele -Vá para o hotel amigo se eu demorar pode voltar para São Paulo e não se preocupe eu volto. Apanhou e fechou a porta

-Eu sei senhor o sempre volta. Afastou-se carro ouvindo o mordomo liga-lo e depois da a partida foi ate o fim da rua enquanto Deusdete seguiu para a entrada da casa, o carro fez a volta e passou pela casa buzinando Deusdete acenou com a mão e depois chegou per to do homem.

-Sou Deusdete vocês me chamara? O camara olhou para ele por um momento parecia medi-lo, o homem que iria enfrentar o que nem um deles ali enfrentou para salvar um dos seus . O homem deu um passo para o lado e tocando a maçaneta abriu a porta Deusdete entrar. Ele entrou sem olhar para trás ouviu a porta se fechar atrás dele.

Nada de moveis, mas muita limpeza ouvia-se vozes no fundo da casa ele deu alguns passos para frente e direção ao corredor enquanto do fim dele um homem alto vinha em sua direção, assim que viu seu rosto saindo das sombras percebeu que era Arthur o tinha visto nas fotos.

-Você e Deusdete? Death e como gosta de ser chamado não e?

-Sim e você e Arthur e o chefe aqui?

-Sim venha comigo temos negocio a tratar. Foram andando pelo corredor em ruínas e a cada porta que passava Death percebia que a tempos ninguém morava ali. -Chamamos você porque nossa diretoria nos impediu de mandar mas homens para dentro do banheiro. Olhou no rosto de Death.

-Um banheiro?

-Por acaso você duvida do que leu no relatorio? Chegaram ao que seria antes a cozinha avia uma mesa de vidro que estava cheia de papeis.

-Só duvido depois de conferir.

-Sente-se. Disse Arthur satisfeito puxando uma cadeira. - Boma vamos diretor ao assunto nos somos como você de saber. Arthur deixava as mãos sobre a mesa que me pedisse por favor. -O IPP. Instituto e pesquisa paranormal, achamos este lugar a dez anos, o banheiro. Ele apontou por sombro ombro para trás. -O primeiro casso de que temos conhecimento foi um menina que foi posta de castigo, a filha da empregada ela aprontara algo em uma festa e ficou tranca lá. Quanto a mãe voltou para tirar a menina do banheiro ela havia sumido.

-Diz no relatorio que a mãe da menina era bruxa. Disse Death lembrando do que lera.

-Sim mas isso não e provado, a mulher ficou desesperada procurou a filha por dias então dia após destrancar o banheiro para mostrar a policia onde tinha deixado a menina o susto, lá estava ela morta tinha sido atacadas por cães ou algo de o valha.

-Sei lê isso tudo, parece que cada hora aqui fora... foi interrompido.

-Cada minuto aqui fora e uma hora la dentro, meu irmão esta lá a trés dias eu não durmo dês de então.

-E por que seu irmão? A pergunta do caçador pareceu ter machucado a Arthur soava como por que deixou seu irmão entrar se era perigoso. Arthur abaixou a cabeça.

-Ele foi voluntario, também deve saber que nem uma foto o vídeo tirado lá pode ser vista aqui fica tudo preto, parou por um segundo e voltou a posição. -Por isso estava-mos testando uma tecnologia nova para pegar algo do lugar.

-Dinheiro? Death falou com firmeza.

Um homem vestido de branco entrou na cozinha vindo dos fundos fez um aceno de cabeça e seguiu para a frente.

-Não senhor. Os dois se olharam nos olhos -Estudo somos cientistas esqueceu?

-Não assim como não esquece que sou um caçador não salva vida por que me chamara para um resgate, seria mas compreensivo se algum mal tivesse escapado de la e eu fosse chamado para mata-lo.

-Você tem um estorio de escapar de coisas estranhas monstros bizarros se alguém pode entrar e sair de lá deve ser você

-E Faz sentindo, você achar que o dinheiro que vai me pagar fala apena o risco que vou correr. Death sempre fazia aquela pergunta para as pessoas que o contratavam e nem uma resposta foi tão boa quanto a de Arthur.

-Se sair de la com vida todo o perigo valera a pena. Mais se o senhor falhar não recebera nada.

-Pelo que lé. Disse Death ficando e pé. -Se eu falhar não vai precisa pagar ninguém.

Arthur se levantou também e juntos os dois saíram pela porta dos fundos, um quinta grande uma piscina cheia de Folhas secas sujeira por toda parte Death viu a casa onde provavelmente estaria seu destino. Andaram ainda estava frio a parecia que esfriaria mas. Entraram na casa da empregada, Death viu os aparelhos e os homens que ouviu quando chegou. Olhou alem da mesa com os equipamentos e viu a porta do banheiro aberta.

Arthur enfiou a mão no bolço e retiro a chave do banheiro mostrou para Death.

-Só esta chave funciona se a chave sumisse perderia-mos a entrada para o outro mundo muitas vezes e abri a porta na esperança dele esta esperando por isso mas não achei ninguém.

-Me de a chave. Disse Death Arthur não entendeu a principio o por que. -Vamos se eu vou salva-lo eu quero poder abrir a porta quando voltar. Arthur olhou para a chave e por fim colocou na palma da mão de Death. -Bom vamos começar.

-Espere. Disse um dos Cientista andou ate o caçador e colocou em seu peito um aparelho com um fio que ia ate um capitador que foi colocado no seu bolço. -Agora sim eu vou entrar, disse Death se dirigindo a porta olhou para o interior do banheiro olhou para Arthur pensando se aquilo tudo não seria uma farsa e que depois eles diriam. “nossa parou de funcionar” “ o deus e agora” com este pensamentos o homem que já tinha visto de tudo na vida fechou a porta do banheiro... nas mãos a chave do que ele imaginava não ser nada ou ser a porta do inferno.


Olhou tudo em volta e não notou nada de anormal, torneira antiga, azulejos esverdeados iguais os que tinha na casa de sua a vó, o banheiro todo era um replica do banheiro de sua avó.

-Bem vamos ver o que acontece e bem na hora pois Arthur já estava quase ligando para saber o porque da demora quando ouviu o som da chave entrando na fechadura. Girou a chave uma vez e depois a segunda. Não teve tempo para achar que nada iria acontecer assim que trancou a porta o banheiro estremeceu. E ficou assim vibrando.

A luz foi escurecendo ate se torna um brilho amarelo, o espelho foi envelhecendo perdendo a cor ate se tornar nada mas que um pedaço de metal sem vida, a ultima coisa que viu sumir no espelho foi seus olhos. Tirou a chave e andou para o meio do banheiro que se modificava. A agua da privada aqueceu, ou pelo menos ele achou que fosse um aquecimento pois ele sumia e forma de vapor. A privada foi perdendo a cor e criando rachaduras, a pia se soltou da parede pendendo e câmera lenta para frente. A torneiro enferrujou e gotas de agua que saiam dela sumiam em vapor.

-Incrível. Disse ele se expressar muita admiração afinal já tinha visto tanta coisa. -Isso e melhor que ver um vampiro queimar no sol. Bem onde ele estava o chão trincou o que fez com que Death desse um passo para traz. Os azulejos foram envelhecendo em todo lado, mas da metade rachada para frente iam se tornando areia e subindo para o teto onde sumiam o próprio teto naquela parte começou a sumir revelando uma céu escuro. O chuveiro e contorceu como se um calor muito grande o afrigisse e depois de se contorcer ao máximo se tornou por. A parede a frente foi se desintegrando, aos poucos ele foi vendo o que avia do outro lado. Guardou a chave no bolço e esperou. Quando não tinha mas paredes Death pode ver uma escada a sua frente e um mundo diferente que ele nunca tinha visto.

-Muito bom. Disse ele dando o primeiro passo na escada olhou para a direita e viu que estava em uma montanha foi descendo e descendo, a escada virava para todos os lados, seus degraus eram curtos, duas vezes o homem escorregou, olhou para o auto e viu o céu escuro sem nuvens sem estrelas, chegou ao fim da escada. Estava de frente com uma gigantesca e sombria.

-Floresta. Disse ele olhando as arvores tortas a sua frente, rostos pareciam observar nos troncos das arvores. -E para isso que eu vim.

Na verdade se sentia muito satisfeito, entrou na floresta tomando cuidado com as arvores, a mulher de branco foi seu primeiro problema por assim dizer (e o único que foi de graça) e com ele Death se assustou e depois feio os outros que lhe puseram medo que lhe deixara chocado. Com o passar dos anos nada mas o surpreendia. Ate hoje. Em pensar que quase na aceitara o caso por ser fantasioso demais.

Desviava das raízes secas que surgia da terra negra, evitava tocar nas arvores com medo de alguma delas lhe causar mau foi andando olhando tudo em volta, pensando no que lê-ra, não dera importância antes mas começava a dar agora. Chegou ao que parecia ser uma estrada, gigantesca com buracos enormes nela. Começou a ouvir os sons, uivos bater de assas. Uma sombra grande passou por sobre sua cabeça. Quando ele olhou par ao alto não viu mas nada.

-Hora, hora eu me assustei belo mérito mundo estranho. Começou a pensar em como aquele mundo existia e com isso foi andando na estrada desviando dos buracos, direita esquerda, o que teria causado aqueles buracos? Já iria descobria.

Floresta dos dois lados, tão sombria e viva que ele poderia jurar que todas as arvores estavam querendo devora-lo, mas se manteve controlado nunca perdia o controle e não seria ...

ouviu um estrondar parecia uma trovam, como uma formiga no meio daquela estrada gigante ele olhou para trás, e de novo o som ritmados como batidas de coração, tum, tum... cade vez mas perto.

-O que e isso? Olhando para trás ele só via nevoa e anda mas, ficou imóvel esperando tum, tum. Na nevoa começou a ver uma forma era grande, era enorme, o tum, tum para ele se tornou Passo.. Passo pois viu surgir na nevoa uma gigante tão alto que não podia ver sua cabeça. Nem seus braços. -Isso esta melhorando. E apressou em voltar para a floresta para evitar ser esmagado pelo gigante de pele cinza. Encostou em uma arvore mesmo tendo medo delas e olhou paro o alto.

A barriga do gigante era enorme como se fosse uma mulher gravida e ela pulsava a cada passo, passo. Nem uma braço pendia ao longo do corpo, o pé parrou a sua frente enquanto o outro seguia para a frente. E quando o pé direito levantou subiu areia, Death saltou na floresta para evitar as pedras. Passo, passo. O gigante se distanciava. Death se levantou, limpou a poeira e voltou a andara agora pelo outro lado da floresta.

Ouvia zunidos no ar, ouvia animais correrem no meio da floresta mas nem um se aproximava dele, lembrou de Nicolas que estava perdido ali a três dias e como cada minuto e uma hora ele estava ale a meses, quantas pessoas mas poderia estar presas ali? E foi bem na hora que ele se vez esta perguntou que ouviu o grito estérico feminino, e foi por esta emerso neste pensamentos que correu para ajudar que quer que fosse, de novo o grito. Ouviu também o Passo do gigante mas ignorou, o grito vez ele virar para a esquerda. Chegou ofegante ao fim da floresta e escorregou em um pequeno caiu sentando em um ninho...

levou a mão a boca quando viu a criatura horrenda a sua frente, caíra sentando em perolas negras do tamanho de bolas de tênis, bolas que ele logo perceber serem ovos mesmo sendo tão duras. Pois a criatura a sua frente as depositava no gigantesco ninho.

Da cintura para cima uma mulher, abdome definido, seios fartos a mostra braços torneados e pele branca, cabelos ruivos e olhos azuis seria linda se não fosse como era, da metade para baixo parte aranha, aranha negra dom seis patas e uma cruz vermelha no abdome, ela gritava porque , estava copulando, um homem aranha duas vezes maior que ela, negro se cabelos introduzia em sua vagina de aranha uma ferrão, Death pensou que poderia ser o mesmo ferrão que ele usava para matar suas vitimas, cada vez que ele retirava o ferrão centenas de ovos como aquele que Death segurava saiam no ninho. O homem tentou ficar em pé mas escorregou novamente , ficou imóvel pensando ter sido visto.

-Isso e um pesadelo e tanto. Falou tao baixo que poderia só ter pesando em falar. Achou que a situação não poderia ficar mas grotesca porem ficou. Uma ultima vez o homem introduziu o ferrão porem não conseguiu retira-lo, Death já tinha visto aquela sena em outros lugares no programas sobre natureza sabia que o homem estava condenando.

A mulher levou um soco por estar prendendo o outro porem isso não adiando ela sorria triunfante, Deusdete sentiu calafrios. Da calda da aranha começou a surgir teia que era lançada para o ar e caia sobre o homem, que se debatia ate puxar o ferrão com tanta força que este ficou preso na aranha, sangue e outro material branco jorraram no ovos negros. Ele se virou para correr mas a ranha saltou em suas costa gravando os dentes em seu pescoço.

-Mas que inferno. Falou mas alto ficando em pé por alguma razão segurava um dos ovos na mãos. Sangue por toda parte o aranha foi caindo ate ficar sem vida sobre os ovos, provavelmente ele mesmo seria o alimento dos filhos, aranha começou a lançar teia sobre ele enquanto Death subia um pequeno barranco. Pisou em uma pedro grande que rolou e caiu sobre um ovo , que quebrou.

Silêncio, Death olhou por cima do ombro e viu que a aranha olhava para ele , se virou e olhou para baixo, do ovo quebrado pendia um pequeno braço, que ainda se movia.

-Ainda esta vivo. Disse ele tendo certeza de que isso nada adiantaria a aranha largou o corpo e começou a correr em sua direção, Death correu o mais que pode na floresta. Passou por plantas que nunca tinha visto, correu ate ficar sem folego e a aranha bem atrás, gritando e saltando de arvore em arvore. Olhou para trás e ele lançou teia, Death saltou para trás de uma arvore e correu ate sair da floresta e chegar ao um beco sem saída, uma montanha , uma buraco a sua frente . Olhou para a direita e viu a escada de onde tinha saído bem longe. Se virou.

A aranha saiu da floresta lentamente, saia que tinha encurralado seu presa, no rosto da mulher o espanto, não reconhecia Death de nem uma lugar nem conhecia sua especie. Ele foi se aproximando e mostrando um sorriso triunfante.

-Acho melhor você parar. Disse ele tirando do bolço o ovo que apanhara . -Não vai querer que seu bebe caia la em baixo não e? Deixou o ovo sobre o buraco lá no fim uma centopeia monstro caminhava vagarosamente. -Vamos se afaste. O risso da aranha sumiu e Death não soube se ele entendeu suas palavras mas começou a dar passo para trás olhando para sua mão. -Isso menina volte para o ninho, volte para seu lanche. A surpresa no rosto dela mudou para raiva e Death soube imediatamente que ela iria volta, mas por enquanto a aranha sumiu na floresta.

Demorou um pouco mas o homem respirou aliviado. Olhou para baixo - era uma grande descida- viu a centopeia ainda seguindo, olhou para a frente e não quis volta para a floresta. Ouviu de novo. Passo.. passo. Olhou para o auto e viu o gigante novamente. Colocou o ovo no bolso e correu para a floresta na direção o monstro.

-Ei me espere. Falou ele brincando com a situação chegou na estrada bem a tempo , bem na hora que o pé estava passando, então dando um grito eufórico saltou no pé, o gigante nada percebeu quando ele se acarrou aos seus pelos, poderia ser só mas uma parasita. Sentia o vento quando a perna se movia, teve que se segurar bem firme. No caminho viu animais que seria o fascínio de qualquer biólogo ou qualquer circo todos com alguma parte humana, agarrado e alerte Deusdete seguiu sem saber para onde iria.

Depois do que pareceu uma eternidade agarrado ao tornozelo no gigante Deusdete viu algo que poderia ser uma pista sobre nicolas, preparou-se e saltou rolando imediatamente para não ser esmagado pelo pé colossal. Passos, passos. Ouviu o gigante se afastar ate sumir na nevoa, andou na direção do que vira que seu olho treinado, se abaixou e apanhou uma pistola , examinou e viu que estava descarregada.

Olhou em volta, mais a frente viu uma bota, estava no caminho certa, andou passando pela bota entrando de novo na floresta, o mato baixo deixou ele ver no chão pegadas antigas, talvez estivesse molhado quando elas foram feitas, Death imaginou uma chuva e Nicolas correndo nela de algum perigo. Colocou a arma na cintura e continuou andando , logo achou pedaços da roupa do homem, e teve receio de achar o homem e pedaços. Um pouco de sangue ... mas a frente encontrou outra bota, estava suja e quando se abaixou para ver mas de perto viu dois dentes caídos. Uma linha de sangue a sua frente . Foi seguindo ela com os olhos ate ver um corpo estraçalhado no chão. Sem cabeça e sem o braço direito.

Olhou para cima e seus ossos gelaram como a muito tempo não acontecia. De uma fia teia brilhante presa na copa das sombrias arvores pendia mas criaturas, eram casulos do tamanho de uma homem, pareciam ser bem duros eram esverdeados, na ponta de baixo cabeças humanos e mãos para fora do casulo, as mãos se seguravam nas bordas. Eram rosto idosos e estavam dormindo.

-Criaturas do mal. Disse ele notando que a maioria estavam com a boca suja de sangue, como chamar aquelas criaturas como chamar tudo ali? Ele não sabia responder. Mas alem do corpo fora do alcancem do casulos homens ele viu outra peça de roupa e mas pegadas. Respirou fundo.

-Eu vou. Começou a andar chegando perto das bestas, uma delas respirou fundo dentro do casulo mas não abriu os enormes olhos, ele foi passando por elas desviando devagar. Indo para a direita, suando e indo para a esquerda, passando de lado onde era mas estreito e em fim estava bem no meio da matilha, da manada, do cardume não sabiam como chamar aquilo. Um dos primeiros abriu os olhos, e este eram esverdeados. Farejou algo no are se virou para o centro. Death ouviu o som de algo e virou para ver. Seus olhos encontraram os olhos do velho homem casulo. Não pensou Deusdete mas era tarde o casulo abriu a boca em um grito que não entoou som algum pelo menos não para o caçador mas os outros abriram os olhos e se viraram par ao centro um após o outro. Dentes afiados, estenderam os braços de cabeça para baixo e começaram a se deslocar na direção de Death.

-Deus me ajude. Disse ele achando a frase estupida por um momento. Um golpe com garras aviados cortou a manda de seu casaco, do próximo golpe ele desviou, tentou correr mas para todo lado tinha daquela bestas, outro golpe machucou suas costas. E ele lembrou de uma grande lobo que enfrentara um vez. Caiu de joelhos ouvindo o som dos casulos, eram como abelhas prontas a atacar. Olhou para um deles e teve coragem.

Correu para frente e se acarrou a um dos casulos escalando-o subindo como pode o outros em baixo tentaram acara-lhe o pé mas não conseguiram se agarrou e uma galho de arvore, agora sabia que as arvores não representavam perigo algum. Foi andando desajeitado pelos galhos escorregou e caiu de costa no chão mas fora do alcance do casulos. Olhou para ele.

Os braços estendidos os olhos famintos os dentes afiados.

-Hoje eu não serei o jantar de vocês. Disse se levantando e olhando para a roupa no chão, os casulos voltaram-se para o corpo caído e começaram a devora-lo comendo a pele e bebendo o sangue. Death voltou a andar assim que descobriu a trilha das pegadas.

Parou a atrás de uma arvore assim que percebeu algo se mover a sua frente, como ate agora nada que se movesse ali tinha sido muito amistoso ele resolver esperar e foi melhor assim. Estava em um ponto onde a floresta acabava, a sua frente avia uma campo aberto de grama escura, ara como se tudo ali fosse em tons escuros, com ose sempre fosse chover.

O que viu lhe causou mas desagrado do que medo, eram bebes poderia dizer que não tinham mas de uma ano de idade, pele branca como a neve olhos brilhantes como só os olhos das crianças podem ser estavam nu, aviam abelha gigantes eram grandes maiores que os corpos do bebes, asas que poderiam leva-las rapidamente para qualquer lugar e um ferrão que poderia matar ate mesmo um cavalo, se não pelo veneno mataria pela dor. O horror estava no fato que os bebes e as abelhas eram a mesma coisa. As patas das abelhas estavam cravadas nas costelas deles, das colunas humanas surgias feias que se ligavam ao abdômen das abelhas, os insetos não tinham cabeça os olhos do bebes eram seus olhos.

Death sentiu vontade de vomitar ao ver tal cena grotesca, alguns voavam sorrindo no campo aberto, outros andavam no chão procurando talvez por comida, um deles machucou a mão em um espinho. Ficou em pé meio sem equilíbrio e arrancou a espinho com os dentes.

-Tenho que sair daqui antes que fique louco. Disse Death baixinho então ouvi-se um som de uma abelha bem maior, Death olhou mas a figura estava estava muito alta, tinha cabelos e corpo humanos... asas. Ao ouvir aquele som os bebes se viraram e levantaram vôo. O som que faziam era de arrepiar a espinha. Death esperou muito para sair de trás da arvore e quando o fez foi com a máxima cautela.

Andou pelo campo aberto, sentia medo, e se alegrou com isso e fim ainda era humano mesmo com tudo que já vivera em sua vida de caçador. Tocou o bolço e percebeu que não tinha mas o ovo do bebe aranha.

-Droga. Olhou para trás sem esperança de ver o ovo caído pelo chão, se a dona aranha aparece agora ele estaria e mal lenções. -Ela que venha e eu mostro um trunque ou outro para ela.

Ate poderia ter um grande truque para aranha porem o que veio a seguir foi o maior fato ate agora. Ouviu gritos de angustia por toda parte, estava de frente com uma montanha e não sabia para onde ir. Olhou para trás novamente e bem longe viu o gigante que fazia uma curva... parou.

O gigante não tinha cabeça nem braços apenas asas como as de anjos.

-O que o fez para? Falou olhando e volta e logo descobriu, mas só quando olhou para cima.

Uma bola vermelho pulsava no céu aumentando de tamanho, pulsava como uma bomba o próprio gigante pareceu olhar para ela.

-Hei. Uma voz veio do outro lado a primeira voz humana de horas de caminhada . -Ele olhou em uma caverna na montanha um farrapo de homem que acenava para ele. -Corra.

Não custou a obedecer correu na direção da montanha enquanto a bola vermelha pulsava cada fez mas rápido ate explodir. Correu escalando as pedras o mas rápido que pode a luz que a bola emanou cresceu destruindo tudo, o gigante ao ser atingido caio deitado em uma montanha e logo era apenas um monte de ossos. A luz estava cada vez mas perto de Death, olhou para cima porem não viu mas o homem que tinha lhe chamado.

Pedras após pedras, as arvores se tornaram troncos mortos, ao longe os bebes abelhas caiam no chão apenas ossos e restos. Subiu ate chegar na entrada da caverna e entrar no ultimo momento.

-Deus o que era isso? Sentou-se pesadamente de frente com o homem que lhe chamara, estava deitado cheio de feridas, barba por fazer a muitos dias era em fim Nicolas que respondeu.

-Isso e o que poderíamos chamar de noite aqui neste inferno.

Primeira parte concluída, pensou Death ofegante olhando para o homem que reconhecera das fotos que viu o problema agora era como tirar aquele homem dali, pois avaliou suas condições e o constatou não foi anda bom, e carregar alguem nos ombros ali naquele lugar seria como apontar uma arma para a própria cabeça. Respirou fundo e esperou algo lhe ocorrer.

-Me chama Deusdete eu vim salvar você.



-E e como pretende fazer isso? Nicolas se esforçou para sentar se apoiando em ma pedra. ] -O que aconteceu com vocês? Perguntou Death ignorando a pergunta do homem.

-Estávamos pegando amostras do lugar tiramos fotos de muitos animais. Nicolas tocou a maquina que carregava que estava sobre a pedra. -Mas nem um deles tinha nos atacado , ate a hora que demos de cara com os homens lobos, corpo de homem e cabeça de lobo a ataque dispersou o grupo. Rosângela voltou correndo pelo caminho que tinha-mos vindo.

-Ela conseguiu sair. Disse Death olhando para fora. Nicolas parou por um momento pesando que poderia ter seguido ela. - Mas antes de sair enfrentou muita coisa ruim. - eu voltei duas vezes na porta mas ela estava trancada a ultima vez eu quase morri por isso resolvi ficar aqui onde era seguro. Suspirou.

-antes eu e os que sobraram andamos pela floresta vimos o gigante e tentamos falar com ele mas foi inútil. Foi quando encontramos mais animais violentos, voadores, morcegos eu acho . Corremos de novo e um de nos caiu no ninho de homens Casulo. Outro sumiu na floresta.

Death via pela porta de entrada o gigante deitado morto sobre a montanha, olhou para o fundo da caverna e viu varias outras passagens que seguia para cima e para baixo na montanha. Nicolas pareceu se cansar e deitou de novo.

-Quando eu e o ultimo estávamos chegando nessa caverna esta coisa aconteceu, eu acho que e a noite aqui. Então tudo morreu incluindo meu companheiro, ficou ali deitado apenas ossos embaixo da roupa. Quando a noite passou corri para ver se ele voltava vida assim como vi o gigante se levantar, voltou sim mas era um deles. Sem a parte de cima da cabeça só com a mandibula inferior e uma barriga inchada ele saiu saltando como um grande sapo gosmento.

-Este lugar e um pesadelo. Disse ele percebendo o que sobrou do equipamento de Nicolas a maquina fotográfica, duas pistolas. Cartucho de balas. Uma besta com uma uma corda com gancho na ponta, e garrafa de agua a muito tempo vazias.

-E sim, mas me tiga então D-E-A-T-H. Nicolas falou cada silaba como que para confirma que já conhecia o homem a sua frente dos arquivos do instituto. -Você e muito famoso entre nos.

-Sim eu sei, já fui chamado varias vezes para fazer parte de vocês. Ficou em pé. -E respondendo a sua pergunta eu ainda não sei como chegar ate a porta arrastando você mas se chegamos nossas chances são maiores. Ele enviou a mão no bolço e tirou o objeto de metal. -Eu tenho a chave. Um sorriso nasceu no rosto de Nicolas mas logo desapareceu.

-Eu já tinha me entregado, estava quase saltando neste fenômeno e me tornando um deles. Nicolas percebeu que Death olhava para a entradas no fundo a caverna.

-Eu não sei o que e lá, nunca quis descobrir já me contento em saber que as bestas tem medo desta caverna e pode ser que o porque esteja no fundo dela. Ele se ficou e posição fetal, Death percebeu que o tempo que o homem ficara ali já afetara sua mentalidade. -Vou dormir e quando tive uma idéia me chame, lembre seu plano deve incluir um homem com a perna quebrada. Mal terminou de falar estava dormindo.

Curioso o caçador andou na direção do fundo da caverna não sabendo se era ou não uma boa idéia. Parou olhando todas as entradas, algumas grandes como porta outras pequena como toca de coelhos. Não sabendo e era certo ele escolheu uma relativamente grande e entrou. Andou deixando Nicolas para trás dormindo e rocando baixo.

Avia alguma luz no fim da caverna. Ele seguiu andando, tocando a parede fria e úmida.

“tudo começou quando uma menina ficou de castigo no banheiro” aquilo lé parecia muito familiar, no caso da mulher de branco. O fantasma voltava para procurar seu filho que sofrera algo parecido... e agora quem era o fantasma, talvez e menina que morrera no banheiro e que era filha de bruxa. Andando... sera que eu poderia encontrar esta menina por aqui e acabar com este mundo. De alguma forma sabia que a razão daquele lugar existir estava na caverna. Imaginou a menina sendo violentada mas por quem? Então como se a caverna tivesse escutado sua pergunta veio a resposta em sua mente.

Viu o pai da menina entrar no banheiro, viu a menina chorando em um canto desolada, o homem parecia bêbado. Sua mãe de pois de castigo? Perguntou ele fechando a porta do banheiro. Eu também vou te castigar. O castigo dele foi imoral foi sem finalidade nem uma foi sexual. Ela não podia gritar sobre a ameaça de abanhar. Estava com ódio sabia que aquilo que ele estava fazendo era errado, estava doendo.

A caverna foi ficando mas estreita ate ele parar e uma parede que parecia um tipo de gel. Do outro lado estava... um mundo. Mas imagens. A menina sozinha no banheiro trancado desejando morrer. Então foi cercada de vários espíritos que sempre vinha quando as bruxas chamavam, e ela estava chamando por eles, em uma dança macabra ela e os espíritos... e o banheiro se fundiram em uma confusão diabólica de sombras e medo. Quando a porta foi aberta ela não estava mas la, pois estava vagando aqui em seu desespero.

Death soube quando tocou o geo e sua mão afundou nele. O mundo não tinha forma ela e quem deu a forma, os monstros foram criados por ela. Deixou o braço todo entrar no geo gélido, sua mão tocou algo que pareceu ser madeira. Sem medo ele pois a cabeça no geo. E menina não tinha sangrado aquela vez por ser virgem, não por que não era a primeira vez que seu pai a violentava com a desculpa de castiga-la. Ela sangrou porque ele foi violento com ela, mas brutal que o próprio ato. Era era bruxa como sua mãe era e vazia seu pai sentir dores horríveis, e quando percebeu que isso não adiantaria fugiu para outro lugar, e qui esta. E ele também já esta qui pois ela atraiu ele , e o castigou como queria. Mas não conseguiu voltar ainda vive seu pesadelo. Chegou um tempo que ela estava tão poderosa na companhia do espíritos que abandonou seu corpo e este voltou para o mundo real.

Death estava embaixo de uma cama a metade de seu corpo dentro do geo a outra embaixo de uma cama de solteiro, olhou no lugar iluminado e viu um carrinho no chão. Cheiro de pinho o piso tinha sido limpo recentemente. Era o mundo real. Alguém se moveu na cama e Death retrocedeu um pouco voltando para o buraco. Um menino olhou de cabeça para baixo e viu o rosto de Death nas sombras.

-Pai. Gritou o menino. Death voltou todo para o mundo que estava mas ficou olhando. Logo vários pés entraram no quarto. -Em baixo da cama pai. O homem gordo que se abaixou olhou e nada viu estava com uma vassoura e com ele começou a cutucar embaixo.

Deusdete ouvia o som que o cabo fazia na parede e via a vassoura tocando o geo. A passagem era só de ia não se podia vir por ela. Virou-se e voltou por onde veio ouviu o pai brigar com o menino mas não deu importância, não tocou a parede para não ter ma lembranças da menina já sabia o suficiente. E não contaria nada aos cientistas. Saiu da caverna sabendo que a dona do pesadelo estava no fundo dela em alguma parte. Mas não iria procura-la.

Nicolas ainda dormia foi ate a entrada da caverna e olhou para fora. Todos mortos, arvores animais medonhos. Ouve-se um zunido alto. A luz cinza ficou mas intensa pareceu que invadiria a caverna então voltou de uma vez subindo para o céu deixando-o negro novamente. O gigante se levantou tal como era antes. A floresta tinha folhas novamente e dela viu muitas veras voando. Percebeu que o gigante seguia uma trilha no chão. Passo... passo. Seguiu a trilha com os olhos e no caminho da trilha viu o lugar por onde tinha entrado. Com dificuldade podia ver bem pequeno o banheiro. Seguiu a trilha novamente e viu que estava passava a frente da caverna onde estavam. Quando entrou correndo não percebeu os grandes buracos causados pelo pés do gigante. Então o estalo em sua cabeça.

-Acorde Nicolas. Disse Deusdete apanhando o lança corda. O homem abriu os olhos muito sonolento.

-O que foi? Apanhou a maquina e abraçou ela fosse muito importante como se abraça uma namorada.

-Vamos sair daqui. Apanhou também uma das pistolas e colocou na mão de nicolas. Apoiou o Jovem em seus ombros e foi na direção da saída. Ao longe ouvia o som baixo. Passo ... passo. Que ele esperava ouvir mas perto.

A cada segundo via o gigante andar pela cratera feita na flores, arrastou Nicolas para fora esperando que nem uma fera os atacasse, viu o gigante passara em frente a saída, viu também que na montanha por onde entrou existia varias outras entradas, não pode distinguir mas percebeu ate mesmo outros banheiros. O gigante fez a volta, Death se preparou olhou para a besta para ter certeza que a flecha com o a corda estava bem presa... passo... passo.

O gigante sem cabeça sem braços com asas, barriga inchada estava de frente e ele muito pequeno diante da grandeza do monstro, a caverna estremeceu perante os... passos.... passo. Nicolas ergueu a cabeça e viu o monstro.

-O que pensa fazer? Falou com uma voz de quem já tinha se entregado. O gigante foi passando, seus pés se encaixando nos mesmos buracos de sempre, as mesma trilha sabe-se la a quanto tempo. Foi passando. A asas se volveram e foi para elas que Death olhou.

-Você já vai ver, agora se segure firme. Com a mãe livre apontou a arma para a asa direita da fera, e rezou para que ele não sentisse dor. Apertou o gatilho e a flecha voou pelos ares enquanto a corda foi se desenrolando. “deus não via chegar “ pensou ele. Mais alguns metros a flecha penetrou na membrana da asa e se abriu e um gancho. Death segurou bem Nicolas um pouco antes de ser arrastado.

Balançou no céu segurando com pulsos fortes, a besta e o homem, passou de frente com as costa do gigante e balançou de volta ate com um impacto se apoiar nos costa... passos .... continuava o gigante não tinha expressado nada perante sua presença. Nicolas pareceu acorda com a dose de adrenalina. Olhou o mundo do alto e sorriu um pouco.

-Bela carona. Disse ele. E Death teve que rir também.

Estavam mas altos que a montanhas foi só assim que perceberam que alem delas não avia nada alem de escuridão, a media que o gigante foi dando voltas eles puderam ver muito mas, passaram pelo ninho dos bebes abelhas, passos... viram correr pelos campos algo que lembravam gurilas a distancia. viram toda a extensão da floresta e foram visto também. O gigante girou para a esquerda deixando ver ao seu lado o despenhadeiro onde Death avia visto o centopeia agora não avia nada. As asas se moveram e os dois (Por que agora Nicolas ajudava a tarefa) tiveram que se segura firme. Estavam chegando ondem iriam descer só tinha que saber como iriam descer.

Ouvi-se um grito. Death procurou de onde vinha mas foi só da segunda fez que soube, do chão. Olhou e viu as arranhas. Na frente aquela que enfrentara. E por deus não estava mas com o ovo dela para se proteger. Corria desesperadamente pelo chão logo atrás dos passos do gigante, homens, mulheres e jovens aranhas. Ela a líder saltou no calcanhar do gigante e foi seguido pelos outros.

-Isso não e nada bom. Disse Nicolas olhando para baixo também imediatamente pegou a arma deixando a maquina pendurada pela correia no pescoço. Deusdete olhou para todo o lado mas não encontrou nada que pudesse ajudar. Os gritos. Eram milhões de aranhas. Olhos famintos se aproximando, e ela gritando apontando para os dois. Nicolas atirou uma vez derrubando uma delas. E outra errando o tiro.

-Esta balas não vão durar para sempre. Falou Deusdete vendo o caminho que já conhecia tinha que descer agora mas como fazer isso com tantos perigos logo abaixo, e bem próximos . Então as aranhas começaram a ferroar o gigante. Estavam com raivas em seus olhos humanos o ódio que o líder fazia eles sentirem pelos homens a sua frente. Demorou um pouco mas o gigante foi atingido pelo veneno começando a despencar. O vento sacudiu os cabelos, humanos das aranhas que riam triunfante. A corda se soltou a asa e Death se pois e a enrolar já que conseguia ficar de pé com um pouco de equilibro.

-Para trás. Gritou Nicolas atirando e derrubando muitas delas, o gigante caia mais ao lado da entrada, e começava a afundar na cratera, a escada se rompera com seu peço. Estavam cercados. Death tinha enrolado toda a corda apontou para o banheiro e atirou, acertando em cheio a pia. As balas de Nicolas acabaram.

-Esculte. Disse Death tirando o papel do bolço e entregando a Nicolas junto com a besta. -Entregue isto para seu irmã.

-Mas você não... Death o interrompeu tirando a arma da outra mão e colocando nela a chave da porta. As aranhas.

-Vá. Disse a certeza nos olhos de Death foi tão grande que o rapaz apertou o botão e segurou sendo arrastado para a banheiro. O gigante estava deitado e as aranhas cercavam Death prontas para atacar um batalhão, a mulher aranha foi a frente e exibiu o ovo que tinha encontrado. Sorrindo.

Nicolas chegou ao banheiro. Levantou mancando da perna colocou a chave na porta e abriu. Death viu o banheiro se desfazer se tornando rocha solida na montanha. O gigante descia a cratera.

-Bem amigas. Disse Deusdete tirante o casaco. -Eu já fiz varias casadas e estava mesmo triste por que achei que não ia surrar ninguém desta vez, vocês salvaram meu dia.

A aranha líder gritou. E todas as outras saltaram para atacar Death. Estavam penetrando na escuridão do buraco a passagem do gigante arranca rochas que rolavam junto com ele. -Eu tenho varias heranças de outras casadas foi mostrar um delas para vocês... quando a mãe de uma das aranhas iria tocar-lhe a pele ele fechou os olhos. E quando abriu estavam vermelhos.... sorriu mostrando dentes aviados... abriu a mão deixando a mostras unhas enormes para um humano.

O gigante desceu ate o fundo... e no fundo ouvia-se gritos de dor das aranhas e uivos gloriosos... de Death.


A porta do banheiro se abriu e Nicolas saiu cambaleando, caiu no chão e vomitou. Foi amparado pelo seu irmão que lhe olhou de uma forma que só sua mãe tinha olhado. E antes de desmaiar entregou a ele a maquina com a fotos e vídeos, e o papel de Death. Arthur abriu o papel enquanto o irmão era socorrido pelos outros homens, no começo meio apreensivo mas depois que leu sorriu se sentindo bem.


Dois meses depois. Lúcio andou pela enorme casa de moveis cara com uma bandeja com sucos frutas e um carta, entrou no escritório usando a costa para abrir a porta a ultima coisa que viu foi as escadas da grande casa.

Se virou deixando o café sore a mesa ao lado de outras coisas de escritório, canetas, lápis e livros religiosos.

-Bom dia senhor. Disse ele olhando para o homem a frente de computador.

-Bom sia Lúcio. Disse Deusdete apanhando o copo de suco e bebendo um grande gole.

-Esta senhor e a terceira carta do IPP.

-E e diferente das outras que mandaram. Deusdete se virou para o homem deixando um pouco do trabalho de lado.

-Não senhor e igual querem saber como o senhor saiu, e o convidam a fazer parte o Instituto estão quase implorando.

-Eles não precisam de mim eu destruiria todos os seus experimentos. Os dois sorriram se levantou da cadeira e andou ate a prateleira. Lúcio olhou para a tela do computador e viu que o padrão escrevia.

-Um livro senhor? Deusdete apanhou algo na estante e voltou para a cadeira.

-Sim mas um capitulo de minhas aventuras, sei que ninguém pagara por tanta loucura que vivi, e extraordinário demais que a vezes nem eu acredito mas me faz bem escrever.

-E como se chamara esta parte?

-Se chama o maior dos pesadelo. Respirou fundo encostando na cadeira. -Sai de lá com muitas duvidas mas um pouco feliz.

-E?

-E sim vazia tempo que eu não me sentia motivado assim. Pensou um pouco. -Vamos dar um volta no jardim Lúcio.

-Claro Padrão, alis o senhor ainda não me contou como saiu. Os dois foram lado a lado saíram do escritório.

-Eu vou fazer isso agora, mas me diga enviou o dinheiro para aquela família.

-Sim eu fiz como mandou um terço do dinheiro que IPP depositou em sua conta. Deusdete lembrou de ter entregado a Nicolas o papel com os dados da conta par ao pagamento e o instituto pagara trés vezes mas que o prometido. -Mas para que esta doação?

-Isso faz par de minha saída Lúcio. Disse ele se aproximando a porta de saída. -E para o tratamento de um menino, para ajudar na conta do psiquiatra, seja la quem for ele vai ter muito trabalho para fazer o menino acreditar que não existi nada de baixo da cama dele. Abriu a porta e deixou o mordomo sair primeiro, e depois fechou ela devagar olhando para trás sorrindo para quem o estava vendo.


Fim... pelo menos por enquanto.

[...]

No Banheiro: A lenda da mulher de Branco

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Eram cinco garotos de idades diferentes nem uma menina só os corajosos e destemidos garotos, Jonas o menor seguido de Alan, Luiz e claro o menino serio aquele que quase nunca sorria e que os professores ignoravam ao passar; o mediano Death, sua mãe lhe batizara como Deusdete o nome antigo ate para a época dela o que gerou muitos apelidos desagradáveis para evitar problema ele assumira o apelido menos cruel que era Dete não demorou muito para ele perceber que se escrevesse assim Death seria como morte em inglês; falava dete mais escrevia Death.
Estes quatro seguia a Clayton o garoto maior que dizia poder invocar um fantasma. Ele seguia na frente, passos lentos movimentos calculados para aumentar a tensão, para aumentar o medo nos outros, Conseguia ate deixar a maioria apreensiva mais não o menino morte.
Chegara à porta do banheiro masculino enquanto os outros brecavam no intervalo os cinco resolveram invocar um fantasma.
- Vamos amigos entrem. - Ele abriu a porta e deixou que todos entrassem no banheiro Death ao passar olhou no fundo de seus olhos, a maioria dos meninos tinha medo de Clayton mais não aquele magro moreno de cabelo ruim; alguma coisa o fazia forte mas Clayton não sabia o que era. -Meu pai uma vez me contou como embocar este espírito.
-E funciona? - Indagou Alan olhando no grande espelho por sobre a pia e ouviu Clayton falar:
- Claro que funciona eu mesmo já fiz isso.
Do lado direito aviam cinco banheiros com espaça para uma só pessoa Clayton escolheu o banheiro do fundo empurrou a porta devagar. Todos olhavam com curiosidade.
- E muito simples você tem que chutar a privada três vezes falar três palavrões e depois da à descarga. - Quando o jovem terminou de falar ouviu três dos moleques rirem, adivinha quem não riu que continuou quiete e atento? - E sério molequeda eu vou mostrar como funciona, vou invocar a loira do banheiro, a mulher de branco.
Ao ouvirem estas palavras os meninos se calaram, todos sem exceção tinham ouvido falar desta lenda, uma mulher vestida de branco que atormentava banheiros de escola, alguns pais ensinaram os filhos a temer esta mulher como se eles mesmos tivessem sido uma de suas vitimas.
- Clayton. - Disse Luiz. -Acho melhor irmos embora. - Falava no tom lento e agonizante.
- O que foi frangote esta com medo? Na verdade todos estavam.
- Continue. Death falou pondo o cotovelo sobre a pia de mármore. - Quero ver este tal fantasma.
Que droga, aquele moleque dava nos nervos, muito sério muito seguro muito adulto para um garoto de treze anos então para não decepciona a platéia Clayton iniciou o ritual. chutou a privada três vezes depois gritaram.
- Porra, caralho, Vadia... Puxou a descartar então... Silêncio o vento assobiou não janela causando calafrios nos garotos mais, era só o frio de sempre o vento frio daquela época do ano, mais nada.
- Fantasmas, hum. - Deth disse muito decepcionado com a experiência sobrenatural muito menos do que ele queria ver, virou-se e com os outros já iam embora.
- Espere logo ela aparece então. - Clayton chutou a porta com força e gritou assustando os meninos que já seguiam de costas todos menos um. -E ele gritava correndo fazendo os assustados correrem, Death ficou observando a tudo com desdém, quando saíram do banheiro deram de cara com a professora do segundo grau e logo todos param a gritaria.
- Posso saber o que esta acontecendo? Não era para vocês estarem no pátio?
- O Clayton queria nos mostra um fantasma. Disse Death saindo do banheiro olhando para o chão. - Clayton olhou para o menino com desaprovação só para perceber que ele não estava olhando para eles e sim para os próprios pés.
- A outra vez esta estória Clayton, a ultima vez um colega seu se machucou quando correu pelas escadas com medo ta tal mulher de branco. A mulher parecia muito mais alta quando brigava e Clayton apenas abaixou a cabeça esperando um pouco de compaixão da professora mais o que teve foi:
- Foi falar com a Diretora talvez ela lhe de um castigo meu jovem mais isso ela e quem vai decidir.
- Mais professora...
- Sem mais, e vocês já estão bem grandinhos para acreditarem historia bobas agora todos para o pátio, ainda da tempo de brincar um pouco. - Os meninos seguiram passando pela professora e depois sem olhar para traz, quando Clayton falou baixinho:
-Professora miserável. Ouve-se um estrondo vindo do banheiro dos meninos como se algumas coisas tivessem sido arremessadas no interior, Death olhou para traz esperançoso esperando um fantasma, viu a professora colocar a cabeça para dentro do banheiro e olhar, ele esperou que algumas coisas agarrassem seus cabelos e puxasse para dentro mais em fim não fora nada, decepção outra vez.
- Foi só a porta que bateu podem ir. Disse a professora para Death e ele virou-se percebendo que só restara ele ali vislumbrando a professora agonizando nas mãos de um demônio sanguinário.
Mais não fora só a porta, não algo mais acordou dentro do banheiro e queria a pessoa que o invocara com a visão manchada de vermelho a coisa viu a professora não porta do banheiro mais a ignorou. A professora sentiu calafrios quando a coisa passou por ela, Seguiu pelo corredor e depois desceu as escadas parando quando se aproximara da janela. A luz do sol estava forte e por algum motivo a coisa de visão escarlate não tolerava o sol assim recuou, voltou pelo mesmo caminho e de novo pela professora retornou ao banheiro.
Dês que saiu do castigo Clayton se sentiu estranho, se sentia sozinho mesmo indo embora com os amigos e brincando na rua mesmo tendo parado no bar para comprar figurinha e depois aposta-las na calçada de casa e ganhar a maioria do outros. Quando entrou em casa e viu a irmão de dois anos assistindo TV não se alegrou como todos os dias. Não quis comer e isso preocupou sua mãe deitou-se e cobriu o corpo, sentia frio.
- O que houve filho? Já era anoitecer e o jovem não sairá da cama nem por um momento.
- Não sei mãe, estou me sentindo mal.
- Febre? A mãe se aproximou do filho e tocou sua testa - Não, não tem febre. - Olhou bem para o filho que quis perguntar o que ele aprontara para ficar o dia deitado mais não o fez Clayton parecia mesmo muito mau.
- Vai jantar filho? O garoto balançou a cabeça dizendo que não e depois se virou para a parede, esta foi a ultima fez que ela viu o filho vivo, quando voltou mais tarde trazendo um remédio e acompanhada do marido, padrasto de Clayton ele dormia como um anjo um sono sem pesadelos, respirava fundo. Ela lembrou que a ultima fez que o vira dormir assim ele tinha seis meses. Em fim deixaram o quarto o que quer que fosse logo passaria.
Noite alta céu sem nuvens... Clayton acordou de repente sentindo um toque frio em sua nuca olhou para um lado e para o outro... Ninguém no quarto. Levantou-se e descalço caminhou ate a porta do quarto... – Filho. - Ouviu alguém atrás... Olhou e súbito não havia ninguém só a janela aberto alguns centímetros.
- Rum. - Deu de ombros e saiu do quarto caminhando lentamente para o banheiro; ainda se sentia sozinho vazio sem fome ou sede mesmo não tendo se alimentado por todo aquele dia.
- Filho. - Ouviu outra vez parecia o vento soprando na janela desta vez ela não olhou para traz, sentiu medo parou por um instante e depois continuou andando. Urinou de porta aberta vez ou outra olhando para trás e vislumbrando o corredor vazio. – Droga. - Exclamou do que estava com medo? Era ele um homem quase quinze anos e mijando de porta aberta. Terminou e deu a descarga, este ato em si causou-lhe, mas desagrado que a voz que ele ouviu. –Filho. - Mais perto.
Pensou em chamar a mãe mais o que diria para ele que tinha um fantasma na casa? saiu lentamente do banheiro medindo os passos. ao passar pelo espelho não percebeu a mão de pele branco que buscava seu pescoço... Cotovelo e manga de vestido branco.
No corredor ele ouviu o roncar do padrasto e sentiu nojo dele, seu pai nunca roncaria assim, ele nunca roncou assim. Andou no corredor na direção de seu quarto agora ouviu passos seguindo-o. “Que droga e esta” pensou consigo mas não olhou para trás o medo estava crescendo em seu coração o suficiente para fazê-lo andar mais rápido entrar no quarto bater aporta e enfiasse de baixo da coberta.
- Filho. - Ouviu dentro do quarto agora era claro como sua própria mãe falara com ele mais cedo - Filho e hora de ir embora. - A frese completa foi o suficiente para fazê-lo tremer.
-Mãe. - Ele chamou baixinho sentindo vontade mesmo de gritar.
-Sim filho eu estou aqui. - à voz estava mais perto quase do lado de sua cama, poderia gritar correr saltar na cama de sua mãe mais não teve forças para isso.
Sentiu a coberta deslizar pelo seu corpo e não quis segura-la não queria deixar bravo quem quer que a estivesse puxando, lentamente ele foi ficando descoberto e sentindo frio ate que todo o corpo estava exposto, tremia muito e suava agora.
-Filho. - Uma voz doce e ao mesmo tempo embargada como se estivesse a ponto de chorar com se encontrasse algo a muito perdido, Clayton em fim pensou o obvio, que aquilo era um pesadelo. Estava doente antes de dormir e agora delirava. A voz que tanto ouve deve ser sua mãe enquanto cuida dele. Enquanto vela seu sono, então não faria mal olhar. E olhou.
Parada aos pés da cama um mulher alta, cabelos loiros e rosto escondido pelas sobras, pele branca com pontos avermelhados em algumas partes. Um longo vestido branco.
- Deus. - Disse percebendo um grande erro, sim a brincadeira no banheiro dera resultado, a lenda que seu pai tanto insistiu que ele temesse era real. Ela moveu-se de súbito sem muita coordenação motora. Inclinou para frente e tocou o colchão com a mãos.
- Não, por favor. - Clayton implorou; Deus e porque não gritava porque não corria. Ela gemia ao se mover como se cada movimento causasse dor, quando pois a perna direita sobre a cama Clayton viu algo que ele conhecia como Gaiola, mais não era este o nome real era algo de metal usado para fixa ossos de pessoas vitimas de lesões expostas. Ele ia lentamente à sua direção agora andando de gatinhos, e quando sua mão frita tocou o tornozelo ele se encolheu. Agora queria por tudo que era sagrado, acordar.
Mais perto... Filho. Mais próxima sangue escorria de sua boca e molhava o colchão o braço parecia quebrado, de acordo com a andar ele entortava para dentro. Filho... Olhou o rosto dela olhou os olhos dela, um limpo azul ate bonito o outro fundo negro um hematoma e ao redor do olho formava-se um mancha negra era o próprio crânio que avia quebrado naquele local. Filho...
Ela tocou a barriga de Clayton depois sorriu para ele dentes vermelhos de sangue em sua narina algodão branco limpo o sorriso só o deixou com mais medo.
- Eu vim buscá-lo filho.
- Eu. - Disse Clayton olhando a mulher e tremendo, viu-a balançar a cabeça como se quisesse ouvir o que ele iria dizer. –Eu não sou seu filho.
Silêncio a mulher sumiu por um estante o suficiente para ele sentir-se aliviado mais logo retornou agora brava o olhou azul lacrimejava sangue, mordia os próprios lábios arrancando pedaços de carne. O medo voltou em dobro. Viu ela se aproximar toca-lhe os ombros sentiu seu coração bater em seu peito, viu seu rosto sua boca viu o ódio no rosto da mulher e depois sentiu o pesos frio de seu corpo sobre ele. Tentou gritar agora mais engasgou com o sangue da mulher. Foi sufocando, sentindo dor por todo o corpo, se contorcia embaixo da mulher fantasma mais ela era tão pesada quanto uma pessoa via. Perdeu o ar e logo viu coisas que o mundo nuca poderia conceber; Viu o ódio e o amor por um filho perdido era o fim.
Deusdete sempre conheceu a morte; Quando tinha três anos sua avó a mulher mais doce da casa morreu de câncer, com sete seu pai sofreu da herança da mãe e também morreu era agora só ele os dois irmãos e a mãe, que não era tão bondosa quanto á avó mais era uma boa mãe. Agora ele revia a cena de quando o terceiro caixão foi decido pela ferida aberta na terra. O terceiro enterro de sua vida e ele ainda nem fizera treze anos.
Só que em seu sonho estava tudo diferente de como ele lembrava, todas as pessoas que participaram de cerimônia não estavam lá e as únicas que não estavam apareceram; Ele que preferiu ficar em casa chorando a perca do irmão mais novo, a avó e o pai que não podia assistir o enterro do alto de onde viam um de cada lado da cova mais talvez viram de seus caixões a baixo.
Ele lembrava do que não viu o caixão descer, um caixão negro não feito de madeira parecia metal, parecia uma destas caixas encontradas no antigo Egito. No interior o corpo de seu irmão, desfigurado... Os olhos repuxados para o alto as mãos tortas. A pela branca mesmo sendo ele um negro. Morto sem causas aparentes e não por causas naturais.
Acordou suado respirando forte e com dor de cabeça como sempre depois de sonhar com o irmão descendo pela cova, no sonho nunca via o rosto do pai ou da grande mãe, por mais que pela casa avessem muitos quatros deles espalhados; E sempre via o rosto do irmão dentro da caixa embora sua mãe tenha escondido todas as fotos dele.
Levantou ainda ofegante e foi ate o guarda roupas, abriu e no fundo havia uma caixa de sapatos tirou ela e andou ate a cama bagunçada era quase dia e Death espalhou na cama os jornais velhos da caixa todos falando de mortes, mortes em escolas coisas que ele lia e relia sempre e que o sonho ou a solidão lhe causava dor.
Tomou café em silêncio enquanto a mãe lavava a louça, a esta altura da vida ela aprendera a não perguntar o que ele tinha, pois ele sempre começava indagar como o irmão tinha morrido, porque se era tão saudável, uma vez em meio às muitas perguntas ele deixou escapar distraída.
-A culpa foi do seu pai. E ele olhou para ele com incerteza percebendo que falara demais ela desviou o assunto e mandou que ele fosse estudar. Hoje em dia para evitar coisas deste tipo ela simplesmente o deixa quieto.
Alguém bateu a porta e todos já sabiam que era Marlene; virou-se para o filho enxugando a mãe no avental e falou.
- A dona Marlene chegou filho. - O menino ficou quieto. –Se quiser mando ela voltar amanha.
- Tudo bem mãe. - Disse ele. - Eu vou estudar.- Sabia que amanha não estaria melhor do que hoje. Agatha dirigiu-se a porta da sala percebendo que o filho subira as escadas correndo. Abriu a porta e encontrou a velha Marlene professora particular de Deusdete.
- Bom dia querida. - Disse a velha senhora de cabelos brancos óculos de aro prateado, um longo vestido florido e livros nas mãos, sandálias de dedo e um dos dentes prateados. Um antigo tipo de prótese muito chique na época dela.
- Bom dia professora pode entrar. - Disse Agatha não perdendo o costume dos anos, pois ele mesmo avia sedo aluna de Marlene; alias na mesma escola em que hoje estuda seu filho isso há trinta anos... Ela lembra-se de Marlene jovem e agora a vê curvada como se alguém andasse em suas costas. – Ele já. - Ia dizer mais o filho descia as escadas com os cadernos nas mãos e a mochila nas costas. E como sempre ele sorriu para a professora coisas que não fazia para muita gente. Uma vez Deusdete disse-lhe que a senhora Marlene era a melhor professora que ele tinha e que se pudesse escolher queria que todas as professoras da escola fossem bondosas como ela. A mãe sorriu na época.
- Bondosa agora não minha época ela era muita má, mais sorte para você filho.
Foram os dois para a mesa da cozinha e depois que Agatha retirou os copos e coisas do café eles puderam então começar o reforço e a conversar; Marlene era a única pessoa com quem ele mantinha uma conversa por mais de dez minutos.
- O que há com você Filho; sinto que esta meio triste o que foi?
- Eu... Deusdete parou por um segundo e olhou pela janela da cozinha - Eu sonhei com meu irmão, sinto falta dele.
A professora pensou um pouco, sim o menino que morrera de ataque cardíaco e tão jovem ela não foi ao enterro mais se lembra de ouvir estórias sobre o caixão permanecer o tempo todo fechado.
- Eu sei que pode não ser a mesma coisas mais e sua irmã, você não conversa com ela.
- Não. Ele batia com o lápis distraidamente no caderno. – Ela trabalha o dia todo e quando chega ou esta com o namorado ou com os amigos, minha mãe passa as noites vendo novela e eu fico sozinho, se meu irmão estivesse vivo eu teria Companhia.
O que mais Deusdete gostava na velha professora era seu jeito de ser, após ouvir o que ele tinha dito e percebendo que ele não melhoraria com palavras ele apenas disse:
- Bem continuemos com a aula. - Não tentou animá-lo nem deu-lhe um grande conselho apenas deixou tudo como estava.
À tarde quando chegava à escola Death achou a movimentação muito estranha pessoas conversando e parecia que todos os grupos falavam da mesma coisa, alguém que morrera na noite passada, mais e daí ali não era o campo dos alemães? pessoas morriam toda semana vitimas da maconha. Atravessou os grupos e foi direto para o pátio da escola como não conversava com ninguém não tinha a quem perguntar.
No pátio depois que as filas se formaram, cada aluno na frente de sua professora meninos de um lado e meninas do outra a diretora subiu a arquibancada e falou com peso na voz.
- Crianças sinto informar que hoje não haverá aula. - Neste momentos algumas crianças se alegraram e sorriram pensando o que iriam fazer com a tarde livre, futebol, videogame ou tentar comer a prima. – um de nossos alunos Clayton faleceu ontem a noite vitima de um ataque cardíaco. Todos ficaram sérios e se arrependeram de terem se alegrado. -Sua mãe informou há poucas horas e todo o corpo docente ira ao cemitério onde o menino esta sendo velado, eu só sinto. Quis dizer que sentia ter deixado ele de castigo no seu ultimo dia na terra mais como iria saber disse apenas. - Só sinto a perca de alguém querido.
Em silencio as crianças foram se retirando do pátio e Death ficou a olhar para as professoras procurando aquela que brigara com Clayton mais ela não estava lá, assim uma das únicas coisas que fez por impulso foi ir ao cemitério que era o muro ao lado da escola.
Havia muitas pessoas no velório, Death não quis se aproximar logo ficou por ali olhando os túmulos no cemitério e chegando aos poucos perto do caixão na parte de dentro do lugar.
Viu uma mulher que com certeza era a mãe de Clayton um homem abraçado com ela que chorava em silêncio. Os dois olhavam para o caixão fechado... Dor... Dor. Death andou ate a capela do velório e percebeu que ali outras pessoas rezavam. No velório de Clayton e de outro que acontecia. Ajoelhou-se no banco e orou pelo amigo.
Não sabe ao certo quanto tempo ficou ali quando de repente ouviu o grito da mulher, a mãe. Levantou-se e foi ver qual o motivo do grito. E viu, aviam aberto o caixão para uma ultima olhado no garoto. Havia também alguns professores os cais notaram o menino.
- Tenho que ver. - Disse ele andando pelo meio das pessoas passando atrás a mulher que chorava mais alto, pessoas sentadas em cadeiras, velas flores e o caixão o qual um homem barbado funcionário da prefeitura fechava, mais Death ainda viu o suficiente para ter pesadelos à noite.
Clayton com as mãos tortas, cercado de flores, a cabeça em um angulo para traz, a boca repuxada em um careta de dor, a pele muito branca os olhos que insistiam em não fechar, olhos negros dilatados. Flores ao redor da cabeça a fase desfigurada, muito pouca lembravao jovem alegre que vivera ate a tarde passada.
Death saiu o mais depressa que pode da sala e correu para o banheiro do cemitério, ajoelho-se no vaso sanitário e vomitou ate doer o estomago depois deixou que as lagrimas chegassem e chorou sentada no banheiro ate se dar conta de que era meio da tarde.
Porem não foi para casa como deveria ir primeiro passou não escola, entrou notando o silêncio, a total faltar de crianças deixava a escola fria e solitária. Entrou olhando para todos os lados, ninguém para mandá-lo para casa. Subiu as escadas em passos lentos segurando as alças da mochila. Ninguém a vista, se demorou um instante antes de passar em frente à secretaria. Olhou e viu o segurança dentro da sala da diretora mais não olhava para fora. Subiu o outro lance de escada. Pelo corredor vazio na direção do banheiro masculino.
Entrou sem olhar para trás e foi no mesmo banheiro que Clayton e repetiu os atos do garoto. Chutou a privada três vezes, disse:
-Puta, biscate, vadia. - E deu a descarga.
Esperou que algo acontecesse, esperou que a mulher de branco com algodão nas narinas aparecesse, sentia medo sim porem maior era a vontade de encontrá-la. Nada aconteceu. Furioso Death chutou todas as privadas gritando palavrões.
-Vamos sua vaca, vadia, pulta, Aparece sua prostituta... Puxou todas as descargas varias vezes nada a mulher de branco não apareceu. – vaca eu tinha que vela eu tinha que... Não terminou a frase; desolado ele saiu do banheiro de cabeça baixa e só ouviu falar do estranho fantasma seis meses depois.
Era fim de tarde e os três amigos resolveram ir ao banheiro masculino, dois meninos e uma menina com onze anos cada, a diferença só nos meses, assim Mateus era o mais velho ia à frente seguido de Natália e Gustavo.
- Minha mãe disse que o menino morreu do coração.- Disse Natália com as mãos nos bolsos da caça jeans.
- Mais não foi você quem disse que tinha um fantasma. - Disse Gustavo olhando para traz e vendo o banheiro feminino distante no fim do corredor. –E porque nos não vamos ao feminino.
- Porque ela só aparece no banheiro masculino, e se ela existir ou não já vamos saber.
Empurrara a porta o banheiro e entraram em paços lentos olhando tudo em volta o lugar onde dizia que Clayton havia invocado a mulher de branco; Andaram olharam para os espelhos para os banheiros imundos onde crianças sem educação urinavam sem mirar.
Natália sentiu nojo ao lembrar-se de como era limpo o banheiro feminino e percebera também que estava no banheiro com dois homens coisa que sua mãe sempre proibira mesmo com seus irmãos.
- Prontos? Indagou Mateus empurrando a porta do ultimo banheiro e ouvindo-a ranger nos alicerces. A menina deu de ombros e o outro vez que sim com a cabeça mais na verdade nem um deles sentia medo de verdade. Ainda não....
Na verdade eram os três novos na escola e não foram ao enterro de Clayton não viram sua mãe chorar ou ser internada com distúrbios mentais, se tivessem visto teria medo da coisa toda, no entanto não podia, chegaram aquele ano na escola e ouviram de algumas línguas as lendas, só estavam se divertindo.
Mateus chutou a privada as três vezes gritou três palavrões e depois deu a descarga. O sol entrava pela janela alta do banheiro e assim continuou, se podia ouvir o vento lá fora, pois ali era um andar superior, nada a mais que isso. – E em fim. Repetiu todo o ritual desta vez chutando mais forte gingando com mais raiva... Descarga e nada.
- Eu disse que não tinha nada. - Falou Natália olhando o banheiro e percebendo que poderia ficar de castigo se alguém a pegasse ali com dois garotos. – Vamos embora. Todos concordaram e já ia saindo quando Gustavo notou um papel no bolso de traz de Mateus e o puxou fazendo o moleque e virar.
- O que e isso uma carta de amor? indagou se esquivando quando Mateus tentou tomar de sua mão. O menino desdobrou o papel e leu Mateus observou e esperou ate que o menino ele entrega-se o papel.
- E só uma lista de trabalhos seu veadinho. - Natália se aproximou para ver quando o menino mostrou uma lista com leituras e livros e resumos a fazer.
- A professora mandou, disse que eu preciso de um reforço nos estudos.
- Nossa mais e muita coisa. - Indagou Natália ao que Mateus respondeu com:
- E uma maldita professora.
O Vidro bateu se fechando, a porta de saída bateu com forca ouvi-se um grito distante de dor e agonia alguma mulher que era terrivelmente castigada. De repente o banheiro parecia bem maior do que ele realmente era.
- Vocês estão vendo ta tudo tão estranho. - Disse Natália. –Vamos embora.
- Vamos. - Gustavo concordou e quando se viraram para a porta lá estava ela, parada em seu santo alto, vestido branco com manchas de sangue, na perna a grade de ferro, o braço direito pendia quebrado ao longo do corpo. O rosto claro e doce desfigurado apenas pelo hematoma negro onde antes era o olho esquerdo.
- Filho. - chamou ela sem molver os lábios e no instante seguinte passou do lugar onde estava para frente dos três segurando os ombros de Mateus, os três gritaram. Natália e Gustavo correram para o fim do banheiro sentindo como ele estava frio.
Mateus sentia seu coração bater quase na língua sentia medo, tanto que urinou nas calças, queria pedir que lhe deixa-se em paz mais só conseguia tremer os lábios. –Filho. - Ela disse deixando escapar um fio de sangue no canto do lábio. Aos poucos foi abraçando o menino puxando-o para seu corpo morto frio e solitário.
Natália e Gustavo se esconderam no ultimo banheiro, ele rezava pedia perdão por todos os pecados. De repente ouviu-se o grito de Mateus que começou lento e depois se tornou em um urro de dor.
-Vamos morrer. - Tremia a voz o pobre menino. –Deus nos vamos morrer. - Passos no banheiro salto alto, ouvia-se também o som débil do metal que ela carregava na perna. –Filho. - Andou e parou na frente do banheiro onde eles estavam. Ouviram-na tentar entrar porem tinham trancado.
Gustavo olhou para baixo do banheiro e viu uma abertura entre os dois banheiros e apontou para que Natália visse. Ela entendeu mais meneou a cabeça dizendo que não faria. A porta foi chacoalhada outra vez.
- Vá. - Disse o menino em tom baixo; Então ela se jogou no chão e viu os pés da morta por baixo da porta, pés brancos com manchas rochas. se arrostou pelo chão, e mixo cuspi e dejetos que só meninos podem criar. Molhou a blusa e sentiu o odor podre em suas narinas, se arrostou com facilidade para o banheiro a lado e sem pensar muito começou a se arrastar para o próximo.
O menino também começou a passar e viu ainda os pés da Natália foi quando a porta abriu e a Mulher de branco viu os pés do garoto, ela sorriu... Revelando os dentes vermelhos e uma fase de dor e alegria como se o menino brincasse com ela.
Estava quase passando quando sentiu dedos gelados em seu calcanhar mãos fortes lhe puxaram de volta, ele viu Natália se levanta no banheiro próximo e depois foi agarrado pelos ombros e posto em pé.
-Filho. - Disse a mulher ela sorria e ao mesmo tempo ficava triste, a face alternava entre as duas expressões como em um slide. O menino tremia. Viu os seios da mulher. E no encontro dos dois avia ferros, como se arames segurassem o tórax dela fechado. Ela olhou dentro dos olhos do menino.
-Eu já tenho mãe. - Dentro dos olhos dela ele viu refletido outro garoto que não era ele. Então o rosto não se alterou mais ela era só ódio agora. Juntou as mãos no pescoço dele e apertou. –Quero meu bebe. - Ouviu a voz irritada e distante da mulher.
Ele não pode gritar sentiu coisas se rompendo em seu pescoço sentiu a falta de ar sentiu a morte chagar pelas mãos de mulher de Branco.
Deusdete tinha achado que era hora de desistir após tanto tempo procurando a maldita mulher e nada, queria no mínimo morrer pelas mãos delas como aconteceu com seu irmão. Já estava se acostumando a fato de não poder invocar-la quando, mas dois meninos morreram, no enterro nada de surpresa para ele os meninos morreram como morreram Clayton e seu irmão anteriormente. Isso reavivou seu desejo.
Parou na frente da casa de Natália e bateu palma. Uma mulher jovem com aparência de mais de quarenta anos saiu na porta e olhou desconfiada para Death.
- Quem e você?
- Sou amigo de Natália da escola gostaria de saber como ela esta. A mulher estranhou, mas o fato do menino esta sozinho sem adultos do que o fato dele ser velho demais para pertencer à turma de sua filha.
- Entre. Disse ela abrindo o pequeno portão de ferro. - Ele seguiu a mulher abatida pela sala com moveis semi-novos, por um corredor estreito em fim um quarto antes de abrir à porta a mulher disse.
- Não assuste ela, este e meu quarto o dela não tem porta e por isso ela não estava conseguindo dormir. - Olharam para o quarto ao lado onde uma cortina balançava vagarosamente. –Filha. Disse ela empurrando a porta do quarto. –Tem um amigo seu da escola.
Deusdete entrou de cabeça baixa com as mãos na frente do corpo, imaginando que a menina loco diria que não o conhecia a mãe esperou um momento para saber se estava tudo bem, por um segundo o rosto desconfiado da menina lhe meteu preocupações.
-Tudo bem mãe. - A mulher sorrir usando o pouco de forças que lhe restavam e depois fechou a porta.
- Eu não me lembro de você. - A menina disse em um tom doce, como se o fato de não conhecê-lo a fizesse bem, sim porque ate agora todos os rostos conhecidos lhe vazia ficar envergonhada.
- Eu não sou da sua turma, na verdade também não conheço você.
Se isso fosse dito a um mês atrás com certeza a menina teria chamado a mãe mas hoje; bem o menino não parecia tão ameaçador quando o que ela viu no banheiro.
- O que você quer?
Death levou um tempo para falar, imaginou em todo o sofrimento que aquela menina estava passando talvez fosse melhor ir embora e nada falar, no entanto juntando coragem disse.
- Eu sei o que houve no banheiro. - Olhou para Natália e ela estava atenta. –Foi a mesma coisa que matou Clayton que matou os outros e matou meu irmão.
- Você sabe mesmo? Ela perguntou e o Máximo que recebeu de resposta foi um menear de cabeça. –Ai deus. - Ela exclamou respirando fundo em seguida, como era bom saber que não estava louca.
- Você não disse nada a ninguém não e?
- Não, iriam me chamar de louca, Deus foi horrível aquela coisa veio. A menina falava e ele percebeu que algum controle estava se quebrando nela andou ate o lado da cama sentou-se e tocou seus ombros.
- Calma Natália. Era aquele mesmo o nome.
- Você não esta louca eu sei. - Pela primeira vez dês do acontecido a menina chorou abraçada ao amigo desconhecido, chorou liberando toda aflição; não chorou quando lhe perguntaram o que tinha acontecido, não chorou quando a policia visitou sua casa, não chorou quanto fortes pesadelos lhe assustaram a noite, mas agora desabou nos braços de alguém que sabia de sua dor.
- Olhe. - Sentiu o cheiro bom dela e teve que conter qualquer sentimento, pois ela era muito mais jovem que ele, anos depois ele descobriria que isso de nada importava. – Preciso de sua ajuda.
- Pra?
- Eu quero encontrar ela, a mulher de branco. - O medo percorreu o corpo de Natália e parou nos olhos que se moviam de um lado para outro no rosto de Deusdete.
- Mas por quê? Sim porque alguém iria querer encontrar aquela coisa?
Na meia hora seguinte o menino lhe contou tudo suas rações para querer encontrar a mulher, de como seu irmão também tinha morrido para ela, de como ela pensava ser capaz de acabar com aquilo tudo.
Ela mas calma lhe contou tudo que sabia o velho ritual os meninos no banheiro a discursam sobre o trabalho de escola, mas nada do que ela dizia lhe ajudava já conhecia todas as estórias e todas eram iguais.
- Olha,você tem que me contar tudo qualquer coisinha que possa me ajudar.
- Não. Ela já estava nervosa. –Foi só isso ficamos lá tentando fazer ela aparecer daí Gustavo achou um papel no bolso de Mateus agente rio um pouco.
- Trabalho?
- E Mateus ate gingou a professora de... Acho que foi de maldita. Ela rio um pouco, mas depois ficou seria. Não tem mais nada.
- Tudo bem eu já vou indo. - Ele levantou da cama.
- Você volta? Perguntou ela lembrando que ele era o único com quem ela conseguia conversa.
- Vou tentar.
- Qual o seu nome? Os dois riram disso.
- Deusdete. Ele disse achou que ela faria aquela cara de desdém, mas não apenas sorriu.
- Obrigado pela visita Deusdete.
Frustrado ele voltou para casa sem nem uma das respostas que procurava como sempre a mulher de branco vinha após você chutar privada e falar palavrões, mais porque não funcionava com todos? Quando há diferença?
Chegou a casa e entrou de cabeça baixa, sua mãe que bordava sentada no sofá olhou o menino e disse:
- Professora Marlene veio para a aula. - O menino parou.
- Nossa mãe eu esqueci. Tentou sorrir, mas não conseguiu. –Ela ficou muito brava.
- Não filho, hoje em dia ela não fica, mas tão brava se fosse em tempos passados ela iria te por de castigo e no banheiro. A mãe sorri.
-Eu vou deitar um pouco. - A mãe não se importou em perguntar por onde ele tinha andando tinha certeza que poderia não gostar da resposta.
Em seu quarto antes de sentar na cama ele apanhou no fundo do guarda roupa uma velha caixa de sapatos abriu e a deixou sobre a cama. Reportagem sobre a morte de seu irmão que aparentemente fora o primeiro. Mais poderia não ser.
Depois que o irmão se foi Deusdete conheceu a lenda da mulher de branco e fora sua irmã que lhe contara
A jovem lhe contou com os olhos rasos d água o que era e como funcionava a lenda como invocar a mulher, Death ouvia e lembrava que seu irmão fora encontrado em um banheiro. Que parecia ter visto um fantasma, estava desfigurando de medo, ela não disse a ele, também achava isso, achava que ela a mulher de branco tinha levado o pequeno e acrescentou ainda. Nosso pai foi quem nos contou estas estórias.
“A culpa e do seu pai” lembrou da mãe ter falando uma vez distraidamente.
Olhando os jornais da morte e os anteriores a eles, coisas que ele roubara da biblioteca, olhava novamente os jornais sabendo que nada poderia encontrar ali. Nada lhe ajudaria. Então...
Engraçado como algumas coisas vem à tona sem agente fazer nem um esforço para tanto, nos jornais que ele colecionava há anos sobre as mortes e sobre as escolas da região ele nunca tinha prestado atenção em algo, e agora revirando vendo o mais velho deles notou em um canto esquecido uma reportagem sobre...
“Menino e encontrado morto em banheiro de escola” mais um. Pensou ele, no entanto este era diferente. –O jovem foi encontrado no dia seguinte morto após cair da pia do banheiro. Assim acredita a policia que diz também que o menino estava tentando sair do banheiro após ter sido posto de castigo por uma das professoras. Percebeu que não foi à pequena tira que lhe chamou atenção foi uma foto do banheiro, era o banheiro de sua escola. Lia-se ainda. O mais triste no caso e que a mãe do garoto que vinha buscar-lo morreu a caminho em um acidente de carro, a mãe sofreu um acidente a noite e por isso não veio buscar o menino que só foi achado pela manha. Na foto da mãe morta quando viva, uma enfermeira. Neste instante; muitas coisas fizeram sentindo, muitas frases se encaixaram em sua mente.
Esperou anoitecer enquanto sua mãe via novela, saio na ponta dos pés e com a folha de jornal mais velha da caixa. Andou pela rua mal iluminada ouvindo vozes em sua cabeça. Tinha certeza do que fazer era a hora.
Entrou na escola pelo portão da frente, eram mais de oito horas a turma noturna estava quase no fim da primeira aula, ele entrou correndo subiu o primeiro lance de escadas e quando foi passar em frente da secretaria parou e olhou para dentro pelo vidro. Havia uma mulher lá dentro que estava de costa se apresou e subiu a segunda escada.
Corredor pouco iluminado afinal as turmas noturna ficavam no andar de baixo não tinha porque todas as luzes estarem acesas, todas as portas das salas fechadas e um vento frio da escada, ele seguiu. De frente com a porta do banheiro masculino empurrou devagar. A primeira coisa foi o mau cheiro. Será que os banheiros masculinos do mundo nunca são limpos?
Entrou pisando e um pouco de água, respirava devagar imaginou os policias andando por ali na semana passado depois de terem encontrados os corpos de Mateus e Gustavo. Parou e virou-se para a direita era justamente o banheiro do meio.
Entrou respirou fundo, pensou em correr para casa como sempre acontecia, manteve-se firme e chutou a privada três vezes. Não sabia mesmo se aquilo era necessário então por via das duvidas o fez.
Escolheu os melhores gingamentos. E ouviu a voz de Natália. “ele gingou a professora. Pensou e uma professora a mulher foi aquela que no passado deveria ter deixado o menino de castigo ali no banheiro.
-Biscate, vadia. Respirou. –Irresponsável. Puxou a descarga e fechou os olhos.
Um medo maior lhe atormentou quando ele achou que nada iria acontecer porem, ao abri-los viu que estava escuro andou três passos para trás e notou o banheiro imerso em trevas. A porta fechada a janela travada os espelhos refletiam as trevas. Nada mas que as trevas.
-Onde esta você? Ele falou atrás dele veio a resposta.
-Aqui filho. - Virou-se e nada viu o espelho um vulto, olhou para o metal polido e viu ela como todas as crianças tinham visto, viu aquele rosto assombroso as feridas e hematomas justamente como estavam na foto do jornal, era ela.
-Filho, vamos embora. A mulher andou para fora do espelho, mas não saio dele apenas sumiu Deusdete se aproximou para ver melhor então sentiu a mão fria em sua nuca. Correu para a porta. Parou e encarou a mulher.
Ela vinha andando mancando o rosto alterando entre dor e felicidade, os braços se estenderam como se fosse partes independentes do corpo.
-Venha filho.
Juntou coragem para falar.
-Não sou seu filho. - A mulher parou movimentos não motorizados como em slides. Olhos malignos boca retorcida.
Juntou mas coragem ainda.
-Você era uma enfermeira não era. - Ele mostrou o jornal com a foto dela. –Você estava vindo buscar seu filho não era? Falou a mulher parou pensando naquilo tudo, os dois viram algo.
Uma linda mulher loira saindo do hospital sorrindo com a luz do dia entrando pelas portas.
-Já vai? Indagou o segurança do hospital. –Não vai fazer hora extra hoje?
-Não posso tenho que buscar meu filho na escola. Disse ela com uma voz doce e meiga.
-Sei desculpazinha. Disse o homem e ambos sorriram.
Death andou para perto dela.
-Mas você não chegou aqui não e?
Ela Dirigia cuidadosa como só os médicos sabem ser no transito; sorrindo e mais pouco ate cantando, deu a seta para fazer a curva a direita na mão certa dela, a farol aberto para ela porem, Uma camionete na mão errada atravessou a farol fechado e o motorista bêbado foi vitima junto com ela.
-Você não conseguiu chegar aqui não e? Disse ele bem perto agora do fantasma o rosto de tristeza dela foi pior do que os rostos malignos. Por um segundo teve pena dela.
-Veja isso. - Ele já não tinha medo e mostrou a foto com o menino morto no banheiro. O olho bom dela se abriu bem, com certeza ela voltava sempre aquele banheiro por não achar seu filho, não o achou em casa e não o achou em seu enterro por quê? Ele também estava sendo enterrado.
No passado.
Uma mulher jovem arrastava um menino moreno para o banheiro a mulher vestia vermelho e tinha longos cabelos negros.
-Desculpa professora.
-Nada de desculpa eu avisei você. As mãos da mulher eram fortes e Deusdete quase as sentiu em seu braço. Colocou a menino no banheiro masculino e começou a fechar a porta.
-Minha mãe já disse para a senhora não me por de castigo no banheiro eu tenho medo de ficar só.
-Tem medo. Cuspiu a mulher. –Mas não tem vergonha vai ficar ai ate ela vir de buscar daí eu me entendo com ela e conto o que você aprontou. A porta do banheiro se fechou.
E lá estava ele sozinho, andando de um lado para o outro com raiva com medo e para piora nem um menino vinha usar o banheiro a dia estava acabando, logo a noite chegou e ele ficou com mais raiva. Chutou uma das privadas três vezes. E gingou a mulher. Death sabia agora a descarga era desnecessária.
Ficou mas tarde e sua mãe não surgia para bater na professora e tira-lo dali.
-Hei. - Professora. Mais naquele horário quem estaria na escola? Mais uma hora e ele percebeu que ninguém viria sem saber que sua mãe era atendida no pronto socorro. –A não vou ficar aqui vou embora. - Correu para a porta mais estava trancada. –Droga. Virou-se para a janela o desespero lhe fez corre para ela e subir na pia molhada.
-Amanha eu nem venho na aula a professora vai ficar bravo com isso; Pendurou-se na janela e lançou o corpo para o alto olhou para fora. Deus tinha esquecido que estava no segundo andar.
-Mãe. Gritou da janela e algumas pessoas na rua ouviram o grito fraco. - Nunca conseguiria sair por ali tentou voltar mais os pés não alcançavam a pia. O cheio era pular. Então soltou o corpo.
O pé de apoio tocou a pia molhada e escorregou lançando o garoto para fora da pia só viu a janela se distanciando e depois um clarão quando sua cabeça tocou o chão. Algo quente em sua cabeça.
Seu sangue se misturava a água suja que saia dos banheiros de vazamentos que nunca foram concertados.
A mulher olhava com o olho ruim para o jornal, Deusdete achou mesmo que ela poderia estar chorando ficou serena como sua mãe ficou quando lhe contou sobre a morte de seu irmão. Então ela mudou.
O ódio brotou em seu rosto e desta vez não se alternou foi apenas ódio que ela expressou.
-No banheiro a senhora não pode trancá-los no banheiro. Ele a ouviu dizer em algum lugar do passado.
-E o melhor lugar para por eles de castigo.
-Não gosto de meu filho preso no banheiro que ensiná-lo encontre outra forma, eu sei que meu filho e uma pestinha, mas não quero. - Ela enfatizou o “não quero”. –Não o quero preso no banheiro.
-E. Deusdete falou desta vez. –Mas ele o trancou e por você não ter vindo ele morreu. - Respirou fundo e viu que o ódio nela aumentava. –Ele não esta aqui ele esta no único lugar que você não procurou. A mulher se aproximou. – Em sua cova.
Ela abriu a boca e um som, um pranto brotou de sua garganta morta. Os olhos sumiram, a pele ficou seca como a de um pássaro morto seus braços se lançaram para Death que se encolheu...

Agatha se aprontava, vestiu um vestido preto um salto alto e amarrou o cabelo chorava um pouco, porem a mãe de Deusdete aprendeu a se controlar perante funerais. Pois um pouco de perfume algo bem suave e então saiu pela porta do quarto.
-Espero que este seja o ultimo funeral que eu vá. - Olhou para a filha na mesa ouvindo musica em seu radio a pilha. –Você vem filha?
A jovem adolescente olhou para ela querendo dizer que não, desta vez ela seguiu a mãe achava que ela poderia desmoronar a qualquer momento. Foram juntas ao cemitério.
Quando Deusdete começou a procura pela mulher de branco o que ele queria mesmo era vingar a morte de seu irmão, sim queria pega ela, e nunca pensou em como, se ela era um fantasma. Como ela se vingaria em um fantasma? Rezaria por ele? Chamaria algum tipo de exorcista? Quando ele foi para a escola achava mesmo que se vingaria de quem matou seu irmão e sabe ele conseguiu.
Agatha chegou e notou seu filho Deusdete parado imóvel aqueles olhos distantes as mãos sobre o peito ele olhou para ele e sorriu. A mãe teve um pouco de medo porque o menino ficara a noite toda no velório sem dormir. O que e pior ele carregava no rosto um sorriso suave e impróprio.
-Você esta bem filho? Ele perguntou sentando ao lado do garoto.
-Sim mãe. A antes que ela dissesse. – Quando ela for enterrada eu vou dormir o dia todo. Isso acalmou a mãe. De alguma forma ela estava feliz por ver o filho voltar a sorrir sim a tempos ele não sorria, Há deus tinha que ser agora?
As outras pessoas que choravam na sala tiveram que dar espaço quando o funcionário do lugar chegou para levar o caixão então à choradeira verdadeira começou e todo o tempo o caixão ficou fechado.
E quando o caixão desceu pela fenda na terra a irmã de Deusdete perguntou.
- Mãe eles não vão abrir o caixão para olhar uma ultima vez. A mulher balançou a cabeça negativamente. –Por quê? E teve como resposta apenas um balançar de ombros, familiares na maioria senhores idosos choravam; havia poucas crianças incluindo Death que tinha um sorriso cruel.
Ele sabia por que o caixão não fora aberto, porque no interior tinha alguém retorcido boca repuxada olhos apertados mãos tortas, tão duras que não conseguiram colocá-las sobre o peito do morto de ataque cardíaco. Assim disse o medico. Foi um ataque sim, mas não cardíaco.
O caixão desceu e a tampa na cova estava sendo cimentada, o irmão dele e muitas outras crianças foram vingados o menino olhou com satisfação enquanto todos iam embora.
“Aqui jaz Marlene Oliveira Professora e Amiga” lembrou de sua mãe dizer que ela era quem colocava os meninos no banheiro para aprenderem a lição. Foi nele que ele pensou quando chutou a privada, só podia ser ela, só ela era velha o suficiente, a velha bondosa. Morreu.
Morreu por não ter sido tão bondosa assim no passado. Aquela tarde o menino dormiu como nunca tinha dormido antes, e teve bons sonhos. Ele descansou em paz.

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