O Silêncio de guerra

Já perdi a conta de quantos mandei para o silêncio
E agora estou cara o rosto com o inimigo
Há um frio de bombas a um frio silêncio de rajadas de metralhadora
Senti uma mistura de amor, ódios, raiva e medo.
Há o arco-íres e vermelho
O mundo às vezes se cala dai não escuto nada nem o som da granada
Que eu próprio lancei.
Em uma esquina um encontro inesperado o inimigo dispara...
Minha visão se cala meu sorriso se embala minhas mãos estão duras como
Os corações dos generais mais ainda conseguem calar quem me calou.
Minha pele e tábua, meu corpo e o chão que junto com outros formam
O tapete da guerra.
A guerra? Esta para mim acabou, meu ouvido alago em mar de sangue...
Meus olhos inversos em lagrimas de dor.
Meu inimigo dormindo um sono dos injustos...
OH! Deus o general chegou.
Tudo bem soldado?
Positivo senhor!!!
E o mundo se calou

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© 2009 | Marcos Antonio (Escritor) | Por Templates para Você