José Joaquim era seu nome, era fazendeiro dês de sempre crescera com a família em uma cidade próximo dali, uma cidade que seus parentes e amigos deixaram para trás. Depois seu pai e os tios compraram um pedaço de terra, compraram sendo que a intenção quando saíram da cidade era invadir algum lugar. E depois comprara mais e mais ate que hoje e uma fazenda que ela administra aos setenta e cinco anos de idade.
Estava muito satisfeito vendo o movimento na fazenda, tem chovido muito nos últimos dias, Na hora da chuva ele sempre orava para agradecer, pessoas indo e vindo à plantação no celeiro, os poucos animais pastando, era bom ver a fazenda viva daquela forma posto que ela já teve seus dias de trevas.
Porem algo preocupava o velho homem, sua neta que saíra de viagem de São Paulo para Recife ainda não chegara; claro que era uma viagem longa de poucas mais de três dias porem pelos cálculos do avô ela já deveria ter chegado. Tentou ligar em seu celular mais este só da caixa postal, o pai dela liga toda hora pra perguntar se ela chegou, se esta bem?
Tinha também o fato do filho de um dos empregados ter sumido dês da noite passada, foi ate o posto São Judas compra coisas para a casa deles e ate agora não voltara, a mãe dele esta desesperada; se o menino não aparecer logo Joaquim pensa em separar alguns empregados para procura por ele.
Ficou ali parado olhando o movimento da fazendo esperando alguma coisa que precisasse de sua atenção, nada houve, os empregados resolviam a maioria dos problemas o que era bom para ele. Foi assim que ele viu na estrada que vinha do portão.
Era uma mulher e carregava algo nos braços, o sol não lhe deixava ver direito andou alguns passos para fora da varanda da casa e seguiu na estrada em direção a pessoa. Alguns empregados também notaram a estranha figura.
Mulher, cabelos bagunçados roupa suja, pés descalços. Andava cambaleando tinha feridas nos braços um pouco de sangue seco na camisa. O que ela carregava era? um garoto desmaiado talvez.
Chegou mais perto agora acompanhando de alguns homens da fazenda e quando mais esperto reconheceu.
-Alice . Falou arregalando os velhos olhos. Correu para a neta que já diminuía o passo quase parando suja decadente. –O que houve? Ele perguntou antes mesmo de chegar perto dela e os outros agora corriam com ele para ajuda o padrão no que fosse necessário.
Alice parou e ajoelhou-se com o menino no colo, menino que Joaquim não reconheceu de imediato. Chegou e se abaixou ao lado da neta.
-Filha você esta bem. Mais Alice não conseguia falar seus olhos ficava revirando na órbita a boca aberta em uma careta de dor o suor descendo pelo rosto. Olhou o menino no colo dela e reconheceu. Era Jonas e não parecia apenas desmaiado... –Deus; me ajudem aqui. Disse ele e um dos homens apanhou o menino do colo dela e outros dois levantaram Alice, a arma dela caiu da cintura e seu avô apanhou antes de seguir os homens que a carregavam. Pouco antes de entrar na casa Alice desmaiou... Jonas o menino desaparecido estava morto.
Minha filha capitulo 1
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