Ela não foi dormir, não queria ficar sozinha no quarto então foi para o sofá e ligou a TV, estava passando um velho filme romântico onde a mulher e o amado era perseguido pelo noivo dela e um navio prestes a afundar. De frente com a TV e não prestando atenção no filme ela pensava na cidade e com a cidade lhe chamava dês de sua infância.
Provavelmente se aquilo não acabasse ela e nem um dos filhos daquela gente teria paz um dia, então ela tinha que pedir perdão e quase já sabia para quem, tinha que ajudar-los mais a idéia de voltar para a cidade lhe causava náuseas tremia só de pensar não noite viva da cidade nos moradores famintos da cidade.
Tremia só em pensar no coveiro sentia pena em pensar na velha Agatha pelo menos sabia como sair da cidade, mais se nunca mais chovesse. O Deus. Pedia ela um sinal queria saber o que fazer estava com medo de volta mais tinha que voltar ou eles não a deixariam em paz. O filme acabou com o romance terminando em morte o jornal começou com um típico.
-Bom dia. Era um homem de meia idade com um sorriso plástico no rosto. Falou dos mesmos assuntos os mesmos mortos as mesmas greves dos últimos anos, os mesmo confrontos os mesmos avanços na medicina. Então algo que poderia ajudar. A previsão do tempo.
-Choveu mais do o esperado em recife. Disse a moça apontando o mapa que não estava lá de verdade. – Mas a chuvas estão passando deve chover por três dias apenas e depois o verão chega com tudo na região de...
A TV foi desligada pelo avô de Alice que agora estava vestido para o trabalho ao perceber o olhar da neta ele sorriu.
-Esqueça isso filha. Disse ele, ela percebeu que ele sabia sobre a chuva, sobre como entrar na cidade. –Vá dormir um pouco você esta precisando.
-Claro. Disse ela levantando do sofá e andando para o quarto abriu a velha porta e deitou-se pesando que ela só teria três dias para voltar e se voltar três dias para sair.
Minha filha capitulo 7
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