Todos mortos capitulo 2

Ela guardou novamente o revolver na cintura com um aperto estranho no peito, nunca na vida tinha matado ninguém já havia atirado duas vezes em homens maus porem sempre errava de propósito e desta vez ela teve mesmo que fazer. Teve vontade de chorar não pela alma do Coveiro mais por sua própria.
Passou por cima do corpo sangrando e foi andando com os olhos cheios de lagrimas na direção da camionete onde já via Agatha; andado e se apoiando no carro a bengala estava largado no chão ao lado do veículo.
-Esta tudo bem agora. Disse Alice chegando perto, à velha ia ficando de costas não queria ver o homem morto logo ali.
-Como pode ter tanta certeza garota? Então a mulher jovem pareceu ter cem anos a mais de experiência do que a mulher de idade e quando falou foi com uma certeza inabalável.
-A Culpa de tudo isso não e do fazendeiro pelo menos não toda a culpa foi o povo desta cidade que o traio, foi o povo desta cidade que se tornou ganancioso e quiseram ter tudo para eles. Abaixou a cabeça ate tocar o capo do carro. –A única culpa do fazendeiro e de nunca ter perdoado isso e por isso que os fantasmas gemem dizendo.....
–Pesa perdão. As duas falaram juntas.
-Você Alice e a pessoa que chegou mais longe nesta estória toda; algum poder você tem que ter, eles. Parou e pensou no que ia dizer. –A cidade gosta de você. Então a mulher se virou e apanhou a bengala ficando em pé e de costas.
-Aonde você vai? Perguntou Alice percebendo que a mulher estava se distanciando.
-Para casa e esperar que você saia vitoriosa disso tudo e nunca tive forças para lutar e não tenho agora, boa sorte. Agatha se foi sumindo na fumaça.

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