-Bem eu te contei minha estória. Disse o Coveiro agora me conte a sua.
A bala já estava dentro da arma e a arma segura entre as pernas do homem que olhava com olhos secos para a mulher. Alice não queria conversa com ela ainda mas dentro da podridão daquele lugar ela só queria fugir ou dormir para ver se acordava em casa. No fim das contas uma voz interior que não era de nem um fantasma disse para ele fazer o que ele mandava ela obedeceu.
-Eu tinha pesadelos quando era criança assim como o seu irmão. Contou toda a sua estória contou o que não lembrava que conheceu Ângelo e logo em seguida o Homem de sua vida o charmoso Miguel contou que gostava muito dele mais algo dizia para ela que ela não poderia ser feliz com ele, que não poderia ser feliz enquanto não resolvesse aquilo mais não sabia o que era aquilo.
Contou que não queria, mais acabou saindo da casa de Miguel e voltando a morar com os pais contou que quando chegou perto do dia do pai viajar ela sonhou com uma pequena menina.
No sonho a menina lhe dizia que ela e que tinha que Viajar e não o velho pai que logo ficou doente assim Alice se ofereceu para viajar na camionete do pai de São Paulo a Recife.
-Bom você me conhece e eu te conheço. Disse o Coveiro levantando do banco e percebendo os olhos medrosos de Alice agora podemos ser mais íntimos o fato de você fugir de mim só me deixou com mais vontade de te ter pena que eu não consigo tela assim neste estado. Ele destrancou a porta da cela um pouco de escuridão entrou no lugar, uma aura negra circulava o homem mal.
-Vou te amar como não amei nem outro corpo neste Lugar podre.
-Não tem que ser assim. Disse Alice se lembrando do Marido.
-Desculpe moça e assim que as coisas são por aqui. Ele andou devagar e ergueu o braço com a arma o suor escorreu da testa de Alice, estão seria assim que acabaria então ela teria voltado para morrer apenas isso e nada mais.
Viu anoitecer na cela, a água que ela não sabia de onde vinha era como se fosse uma prisão subterrânea perto do mar de repente as cinzas invadiram o lugar flutuando pelas celas, parecia que só Alice as via os olhos do Coveiro estavam cegos para isso ele tocou o gatilho e puxou.
À bala saio da arma Alice apertou os olhos e ouviu o baque do corpo no chão sentiu a cabeça doer sentiu os músculos se contraírem abriu os olhos devagar para notar...
Agatha em pé na porta da cela com um pedaço de pau na mão e o Coveiro caído na sua frente a arma lançada ao chão, ele tinha mesmo disparado mais com o golpe silencioso o braço desvio para outro alvo antes dele cair desmaiado.
-Vamos menina não há tempo. Alice acordou do choque e levantou indo para a porta antes de sair voltou para apanhar a arma notou também balas espalhadas que caíram do bolso do homem apanhou e depois do lado de fora com muito carinho pegou o chapéu do chão.
Não olhou para trás seguia em frente apenas ouvindo o que a velha dizia.
-Sinto que você pode ajudar todos nos por isso estou de ajudando, espero que eu esteja certa que não seja só uma ilusão minha.
Alice pensou um pouco no assunto e ficou imaginando se aquilo não seria uma ilusão de todos.
O coveiro capitulo 2
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