As primeiras gotas tocaram o solo, mais ela só percebeu que a chuva começava quando o frio tocou-lhe a nuca, levantou a cabeça estava sentada em uma pedra próxima a placa olhou em volta e viu a chuva ganhar força.
A principio achou que nada aconteceria o que seria muito bom poderia ir para a casa de seu avô descobrir que não havia cidade fantasma que ela provavelmente tinha tido um de seus ataques frenéticos, que no meio dos ataques tinha matado Jonas e isso seria bem mais aceitável do que a realidade que ela vivia, no entanto aconteceu e era mais estranho quando se estava de fora vendo o efeito.
O céu escureceu; ela deixou a água molhar todo se corpo então viu ao seu lado farpas de madeira flutuarem se juntando formando pedaços maiores depois lascas de madeira depois pedaços de pau ate se formar um poste de madeira ao seu lado assim também era com as casas e tudo isso aconteceu muito rápido mais para ela durou muitos anos.
O chão que estava batido começou a afofar para ficar como ele era antes da mistura da terra com a água, nasceram cacos de vidros que assim como as madeira se união ate formarem janelas ou mesmo restos de vidros pelo chão.
Grandes pedaços de barro se juntavam formando os tijolos que juntos formavam as paredes e junto com a madeira e vidro as casas, como em um filme rodado para trás, de uma casa e demolição o suporte dos tetos voltava para seu lugar e mais uma vez do chão brotavam as telhas que formaram as proteções contra as chuvas...
Logo brotaram as manchas de sangue, se formaram as varandas e a estrada para a casa grande, chovia forte e Alice por alguma razão esperou a chuva passar e quando ela passou a fumaça invadiu o lugar deixando pouca visibilidade. No meio da fumaça os fantasmas andavam de um lado para o outro; inquietos e Alice sabia que era por causa de sua volta.
-Calma. Disse ela levantando e tirando o cabelo molhado dos olhos. –Falta pouco agora.
O Retrato capitulo 3
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